Coisas que você precisa saber sobre La Casa de Papel: Coreia antes de maratonar

Será que vale a pena assistir a nova versão do sucesso espanhol da Netflix?

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Muitas pessoas ficaram em dúvida se La Casa de Papel: Coreia era realmente necessária, uma vez que a série original espanhola terminou há menos de um ano.

Talvez tenha sido a curiosidade que tenha atraído os espectadores e a qualidade da história os tenha segurado, porque em sua primeira semana de exibição na Netflix, a série sul-coreana teve um total de mais de 49 milhões de horas vistas.

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Caso ainda não esteja convencido se vale a pena investir tempo na atração ou não, aqui estão seis fatos interessantes sobre a série (via The Smart Local) que pode ser o que faltava para começar mais uma maratona:

A nova máscara tem significado

Quem assistiu o La Casa de Papel original, lembra que os ladrões da versão usavam a máscara de Salvador Dalí, pintor surrealista do país que virou símbolo de rebeldia por conta de vários trabalhos seus que tratavam do tema.

Na versão coreana, Dali foi substituído pela máscara Hahoe, que assim como a espanhola, também tem um significado especial: o Hahoe é usado em peças tradicionais do país para representar de maneira crítica e satírica a classe rica da Coreia.

O criador original escreveu o primeiro episódio

Àlex Pina, responsável pela criação da série espanhola, foi convidado para ajudar com o roteiro do primeiro episódio da nova série, ao lado de Choe Sung-jun, Rye Yong-jae e Kim Hwan-chae.

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Além disso, ele também foi contratado como produtor executivo para servir como consultor e ajudar os novos produtores a adaptar o enredo para o público coreano.

O treinamento do elenco para dialetos

A série trata de um universo alternativo em que as duas Coreias se unificaram em um país só, juntando os antigos sul e norte-coreanos para conviverem entre si, e para isso, atores sul-coreanos vão ter que interpretar os papeis do outro país.

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O personagem de Berlim (Park Hae-soo, de Round 6), por exemplo, é um fugitivo que se tornou a pessoa mais procurada da Coreia do Norte. Para convencer o público de que o personagem é legitimamente norte-coreano, Hae-soo contratou um professor do país para ensiná-lo os dialetos do país. Além disso, ele também fez muitas perguntas para o professor para entender melhor sua história e cultura.

Um dos atores estava em Parasita

Cena de Parasita (Reprodução)
Cena de Parasita (Reprodução)

Para os cinéfilos de plantão, o ator Park Myung-hoon será facilmente reconhecido como Geun-se, o homem que vivia no porão da família rica em Parasita.

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Na nova série, o ator interpreta a versão coreana de Arturo, o diretor da Casa da Moeda da Coreia Unida Cho Young-min. O ator já afirmou que sabe que seu personagem é ainda pior do que os ladrões de banco da série.

O Professor tem múltiplos diplomas na vida real

O personagem do professor, assim como na versão espanhola, é um homem genial que é a mente brilhante por trás do grande golpe que os ladrões querem aplicar.

Em La Casa de Papel: Coreia, o personagem é interpretado por Yoo Ji-tae, que assim como o Professor, é um homem muito inteligente e estudado. Ji-tae é formado em Artes Cênicas, Mestre em Filme e Multimídia e Mestre em Serviços Sociais.

A primeira temporada ainda não acabou

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La Casa de Papel Coreia
La Casa de Papel Coreia (Divulgação/ Netflix)

Para quem acha que seis episódios são muito pouco para a primeira temporada da série, pode ficar tranquilo: esta foi apenas a primeira parte da atração.

A Netflix já confirmou que a temporada terá um total de 12 episódios, ou seja, ainda restam mais seis para finalizar a história. Apesar de não ter data anunciada ainda, é provável que a segunda parte de La Casa de Papel: Coreia seja lançada até o final deste ano.

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Os primeiros seis episódios de La Casa de Papel: Coreia já estão disponíveis na Netflix.

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