Todo Mundo Odeia o Chris começou a ser exibido em 2005 e terminou após quatro temporadas em 2009. A série terminou com um grande gancho, onde a família de Chris estava curiosa para saber se ele conseguiu se formar na escola e receber seu diploma.
Infelizmente, a série não voltou para a 5ª temporada para os fãs saberem se Chris conseguiu concluir seus estudos. Contudo, em 2020, o ator Tyler James Williams, que interpretou o protagonista, respondeu a essa pergunta.
Ele compartilhou algumas curiosidades sobre Todo Mundo Odeia o Chris quando a série completou 15 anos de estreia. Segundo o ator, Chris termina os estudos, mas sua história continua até começar sua carreira na comédia.
“FAQ: Chris passou no supletivo, e o que aconteceu no finale? Sim, ele passou, mas abandona a faculdade. Esse é o início de sua jornada no ramo da comédia. O finale foi uma paródia quadro-a-quadro do finale de Família Soprano, que também foi exibido no mesmo ano”.
Como a série se baseia no vida do comediante Chris Rock, então se o programa continuasse, os episódios contaram tudo o que aconteceu com ele até o momento em que começou sua carreira na comédia.
O que causou o cancelamento de Todo Mundo Odeia o Chris?

De acordo com o Looper, a sitcom foi cancelada por conta da baixa audiência por consequência da fusão entre UPN e The WB, e a série passou a ser exibida na The CW.
A UPN tinha uma forte programação com séries protagonizadas por negros e tinha muita audiência, mas quando Todo Mundo Odeia o Chris foi para The CW, a audiência do programa despencou.
Tyler James Williams confirmou isso em um entrevista para o podcast Opening Act.
“Uma vez que a fusão com a The CW aconteceu, nossos números começaram a cair, como todos os outros programas negros que estavam na UPN, então nos disseram que ninguém estava assistindo”.
Williams continuou: “Aqui havia um vácuo de muito conteúdo negro que depois acabou… Surgindo nesse renascimento negro que parecia que começou por volta de 2012, 2013 de muitos programas independentes e de streaming de muitos curadores negros”.
“Isso significa que essas marcas não necessariamente veem as pessoas que assistem a programas centrados no negro como seu público-alvo para vender, digamos, toalhas de papel ou detergente para louça”, ele finalizou.
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