Marilyn Monroe morreu sem dinheiro até para o próprio funeral

A cinebiografia da estrela deve estrear em setembro de 2022

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Um dos mistérios vivido pela estrela Marilyn Monroe é que mesmo com todo sucesso e vários trabalhos como atriz, modelo e cantora, ela morreu falida e mal tinha dinheiro para pagar o funeral, é o que aponta a autora Joyce Carol em seu best-seller.

O livro foi lançado no ano 2000, que leva o mesmo nome do filme, Blonde, que tem previsão de chegar à Netflix no dia 23 de setembro. O filme homônimo dirigido por Andrew Dominik, tem Ana de Armas como intérprete de Marilyn Monroe.

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Joyce Carol, que hoje está com 84 anos, afirma que sua obra é ficção e não deve ser considerada uma biografia:

“Ela ganhou fama no mundo, mas essa não é uma identidade com a qual você pode conviver. É aquela que fez muito dinheiro para muitos homens, mas não muito para si mesma. Quando ela morreu, aos 36 anos, ela não tinha dinheiro suficiente para um funeral adequado”, revelou.

“À medida que Marilyn crescia, ela ainda seguia recebendo esses papéis que uma jovem estrela interpretaria, e ela estava se sentindo humilhada. Você não pode continuar interpretando essa loira burra perto dos 40 anos”, completou a autora durante o festival de cinema na Suíça.

“Algumas pessoas dizem que ela cometeu suicídio. Não necessariamente acho isso. Acho que ela pode ter morrido de algo como desespero extremo”, opinou a autora.

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Marilyn morreu de overdose de soníferos em agosto de 1962; a morte, rondada por mistérios, é considerada oficialmente um provável suicídio.

Ana de Armas nas gravações de Blonde (Divulgação/Netflix)

Blonde está sendo desenvolvido desde 2012

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Além de Ana de Armas, o filme também contará com Adrien Brody, Bobby Cannavale, Julianne Nicholson, entre outros. Com classificação-NC-17, proibido para menores de idade, a produção terá conteúdo sexual com diversas histórias da vida da estrela, que foi um símbolo sexual na sua época.

“É um filme que definitivamente tem uma moralidade. Mas nada em águas muito ambíguas porque não acho que será tão simples quanto as pessoas querem ver. Há algo nele para ofender a todos”, declarou o diretor.

“É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. Não está concorrendo a um cargo público. É um filme +18 sobre Marilyn Monroe, é meio que o que você quer, certo? Eu quero ver a versão +18 da história de Marilyn Monroe”, acrescentou.

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“Andrew Dominik é um diretor muito brilhante. Acho que ele conseguiu mostrar a experiência de Norma Jeane Baker a partir da perspectiva dela, em vez de vê-la de fora, com o olhar masculino sobre uma mulher. Ele mergulhou na perspectiva dela”, elogiou Joyce sobre a cinebiografia.

Ana de Armas em Blonde (Divulgação/Netflix)

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