Dahmer: Um Canibal Americano mal chegou à Netflix e alcançou o Top 1 do streaming ao contar a história do serial killerJeffrey Dahmer. Mas existem alguns fatos curiosos na série que o público se pergunta se são verdade ou ficção.

    O assassino é vivido pelo ator Evan Peters, que precisou se preparar para viver um dos criminosos mais brutais que já existiu. Ele ficou conhecido por torturar e cometer atos de canibalismo e necrofilia. Suas vítimas preferidas eram gays, asiáticos, latinos e negros.

    Embora a série seja baseada em fatos reais, nem todos os acontecimentos são fatos reais. A jornalista Anne E. Schwartz chegou a publicar um livro relatando as atrocidades de Dahmer, titulado como Monstro: A verdadeira história dos assassinatos de Jeffrey Dahmer, em tradução livre.

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    Evan Peters como Jeffrey Dahmer em Dahmer: Um Canibal Americano (Divulgação / Netflix)

    O que é real e o que é fictício em Dahmer: Um Canibal Americano?

    Baseado na publicação do site JS Oline, separamos cinco fatos marcantes na série para esclarecer ao público se é igual a história real ou não.

    Glenda Cleveland não morava no mesmo prédio que Jeffrey Dahmer

    Vivida pela atriz, Niecy Nash, a personagem Glenda, não morava no mesmo prédio que o assassino, diferente do que mostra na série, mas sim na mesma rua, em Milwaukee.

    Outro ponto importante é que Glenda é uma mistura de outra personagem: Pamela Bass, vizinha de apartamento de Dahmer na época. Bass já relatou em entrevistas que escutava gritos e sentia cheiros fortes vindo do apartamento.

    O caso dos irmãos Sinthasomphone é real 

    O episódio do assassinato dos irmãos Sinthasomphone de fato aconteceu na vida real. Konerak morreu aos 14 anos após ser enganado por Dahmer, ele foi drogado e agredido conseguindo fugir a chamar à polícia.

    Entretanto, Jeffrey conseguiu enganar os policiais convencendo-os de que o garoto era seu namorado de 19 anos. Ao irem embora do local, Jeffrey cometeu o assassinato de forma cruel.

    O irmão da vítima também morreu aos 13 anos depois de ser drogado e abusado sexualmente. Ele conseguiu fugir, denunciou Dahmer, que inclusive foi condenado pelo crime.

    Jeffrey Dahmer não bebia sangue

    Na série é mostrado que Dahmer consegue um emprego de flebotomista – agente que coleta amostras de sangue e outros fluidos de pacientes para exames e testes.

    Ele acaba bebendo o sangue de pacientes em seu apartamento, mas em seus depoimentos á polícia, o assassino contou que chegou a experimentar sangue ma certa vez, mas acabou cuspindo imediatamente.

    O caso de Ron Flowers

    Ron Flowers quase não escapou da morte nas mãos do serial killer. Ela tem o carro quebrado na estrada e Dahmer oferece uma carona. No livro Monster: The True Story of the Jeffrey Dahmer Murders, Dahmer, é relatado que o assassino desiste de ajudar Ron devido ela pesar 113 quilos na época.

    Os depoimentos dos familiares das vítimas no julgamento

    Um dos momentos mais marcantes da série é no julgamento de Dahmer, a produção recria falas muito parecidas com que aconteceu no tribunal na vida real. Foi um momento de tensão e desespero dos parentes que sofreram nas mãos de Jeffrey.

     

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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