O Legado de Jupiter
    O Legado de Júpiter (Divulgação / Netflix)

    O Legado de Júpiter, nova série da Netflix inspirada nas HQs de Mark Millar e Frank Quitely, chegou ao catálogo da Netflix nesta sexta (07),  porém, parece que a primeira temporada não agradou boa parte da crítica internacional.

    O seriado estreou no Rotten Tomatoes amargando 36% de aprovação, baseada em 14 reviews, até o momento. O consenso geral do site ainda não foi postado. A porcentagem pode variar para cima ou para baixo conforme novas avaliações.

    O Legado de Jupiter no Rotten Tomatoes
    O Legado de Júpiter no Rotten Tomatoes (Reprodução)

    Confira as principais críticas feitas sobre a série:

    • “O “Volume 1” de Legado de Júpiter parece um prólogo de uma série muito melhor, mas há algumas ideias novas a serem encontradas aqui, e um grande elenco ajuda principalmente a elevar uma história desconexa a níveis não muito super, mas ainda heróicos” – ComicBookMovie.com .
    • “No mínimo, o Legado de Júpiter é admiravelmente representado e excepcionalmente vestido. A primeira temporada conta duas histórias e só termina uma delas. Pelo menos aquele que termina é aquele que vale a pena assistir”, Amelia Emberwing – WhatToWatch.
    • “Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? A Umbrella Academy é mais divertida. Gosta de alguns flashbacks de prestígio que exploram o trauma geracional? Watchmen é muito mais inteligente” – Digital Spy.
    • “O Legado de Júpiter é diferente o suficiente dos filmes de capa mainstream lançados pela Disney e Warner Bros., mas isso é principalmente porque é uma incompatibilidade tonal que é puxada em três direções demais”, Adam Barnhardt – ComicBook.com .
    • “Algum xadrez real está sendo jogado com ideias e esquemas no Legado de Júpiter, e estou ansioso para ver como isso funcionará nas temporadas futuras, sem dúvida mais elaboradas” – San Francisco Chronicle.
    • “Você tem que pegar esse show pelo que ele é, um filme de heróis com algumas cenas de luta incríveis e um pouco de drama” – Mama’s Geeky.
    • “A série atrapalha as grandes ideias e se enreda na lama de muitos personagens e em uma narrativa de flashback confusa”, Kyle Wilson – The Lamplight Review.
    • “Não estamos exatamente famintos por conteúdo de super-heróis hoje em dia, mas é uma premissa bastante decente. Infelizmente, a adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely cai por terra”, Mark Meszoros – The News-Herald (Willoughby, OH).
    • “O final da temporada (espero que apenas) termina em um momento tão insano que a Netflix teria que pelo menos dar a Millar e companhia um filme para amarrar algumas das linhas do enredo”, Jeffrey Lyles.
    Cena de O Legado de Júpiter (Reprodução / Netflix)
    Cena de O Legado de Júpiter (Reprodução / Netflix)

    A série

    Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado.

    Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.

    O ator Josh Duhamel (Transformers) interpreta o protagonista Utopian, enquanto Leslie Bibb (Homem de Ferro) vive Lady Liberty, sua esposa.

    Os filhos do casal, Chloe e Paragon, são vividos por Elena Kampouris (Antes Que eu Vá) e Andrew Horton, respectivamente. Ben Daniels (O Exorcista) interpreta Brainwave, irmão de Utopian, enquanto Matt Lanter (Timeless) é o vilão Skyfox.

    Dirigida por Steven S. DeKnight (Demolidor) e Brian e Mark Gunn, a primeira temporada de O Legado de Júpiter já está disponível no catálogo da Netflix.

    Autor

    • Gabriel Girão

      Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda.

      Contato: [email protected]


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