Saiba por que The Good Doctor está sendo tão criticada

The Good Doctor: Reprodução

Desde que The Good Doctor estreou em 2017, várias pessoas elogiaram a interpretação do ator Freddie Highmore que dá vida ao cirurgião autista, Shaun Murphy. No entanto, não são todos os que estão de acordo.

A série conta com o trabalho da consultora em autismo Dra. Melissa Reiner, que foi contratada pelos produtores para guiar a performance de Freddie Highmore para que ele não parecesse uma caricatura.

Conforme divulgado recentemente, a produção já recebeu vários e-mails de pessoas com autismo.

“Cada e-mail fala sobre a importância de The Good Doctor para eles. Mostra a cada um de nós que não estamos sozinhos e que podemos superar obstáculos. Estes são os autodefensores que se esforçam, crescem e prevalecem.”, falou Reiner.

No entanto, alguns profissionais de saúde, vem criticando, cada vez mais abertamente, a produção por retratar os personagens com autismo como se eles fossem ‘gênios masculinos’.

Mas isso não quer dizer que a série não faça bem seu papel ou não represente bem as pessoas autistas.

O show já, inclusive, abordou questões relacionadas à vida amorosa do protagonista Shaun  – quando ele parecia estar forçando a barra para a criação de um casal romântico – mas acabou até conseguindo surpreender.

Entretanto, muitos fãs até chegaram a apontar a série dizendo que ela não faz nenhum favor a pessoas com autismo.

A representação importa, embora, às vezes, não seja suficiente. Assim como existe um espectro de autismo, também existe um espectro de opiniões sobre o quão bem The Good Doctor lida com isso.

A maioria das críticas que cai sobre a série é por ela retratar pessoas com autismo como anjos sagrados hiperinteligentes.

No entanto, outras pessoas defendem o programa afirmando que ele coloca em pauta a humanização de pessoas com autismo.

A verdade é que o programa trata de problemas reais e que provavelmente não seriam falados se não fossem nesse contexto.


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