Faltando menos de duas semanas para sua estreia na Netflix, Agente Oculto está sendo aguardado com grande expectativa, e seu diretores, Anthony e Joe Russo, recentemente afirmaram que a tecnologia usada no filme criou um efeito realmente impressionante

    Trabalhando no longa com os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, que adaptaram o romance de Mark Greaney, os cineastas, apesar de acostumados a trabalhar em filmes de ação, ficaram animados em trabalhar com uma tecnologia diferente, que lhes oportunizou novas técnicas.

    A experiência foi descrita por Anthony Russo durante uma entrevista com o site americano Comicbook, onde ele destacou como ele e o irmão se divertem com essa parte do trabalho.

    “Fizemos muito (uso de tecnologias). Joe e eu sempre fomos realmente alimentados pela tecnologia. Gostamos de encontrar novos brinquedos porque nos permite criar experiências que nunca vimos antes”, ele contou.

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    Cena de Agente Oculto (Reprodução/Youtube)

    Ele destacou o uso de uma tecnologia em particular, que ele acredita que foi fundamental, para que eles conseguissem alcançar o nível de emoção que eles queriam no uso de efeitos.

    “Certamente, neste filme, usamos várias coisas como o drone de velocidade… Quando conseguimos usá-lo, não tinha sido muito usado. E eu acho que isso cria uma espécie de efeito realmente impressionante, emocionante no filme”, ele afirmou.

    O diretor, ainda, ressaltou que o trabalho feito com efeitos visuais no longa é tão avançado que o público não vai perceber boa parte dele.

    “Muito trabalho de efeito visual que fazemos é inovador e é inovador de maneiras que você pode não notar”, ele garantiu.

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    Cena de Agente Oculto (Reprodução/Youtube)

    Ele também se mostrou animado ao falar sobre uma nova tecnologia que permite que eles insiram a aparência de seus atores principais nos membros da equipe de dublês, com um nível impressionante de autenticidade.

    “Estamos trabalhando com várias tecnologias que podem capturar performances e performances faciais dos atores e mapeá-los tanto para artistas de dublês, corpos ou digi-doubles de uma maneira que as pessoas nunca viram antes”.

    “É meio que tudo baseado na tecnologia de captura de desempenho com a qual inovamos no caráter de Thanos, em termos de como trabalhamos com Josh Brolin. Em termos de capturar e mapear sua atuação como pessoa em um personagem fictício. Então, sim, a tecnologia sempre foi muito importante para nós e espero que, mesmo que você não saiba exatamente o que é enquanto está assistindo o filme, espero que você esteja sentindo isso”, ele concluiu.

    Agente Oculto (The Gray Man) chega aos cinemas e à Netflix em 22 de julho.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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