Se tem algo que chamou a atenção quando o primeiro pôster do live-action de One Piece foi revelado, foi o fato de Luffy estar calçando sapatos. Assim que a imagem foi divulgada pela Netflix choveram críticas nas redes sociais, mas uma atriz da série esclareceu o motivo da polêmica.

    Em recente publicação no Instagram, Emily Rudd que interpretará Nami no programa explicou o motivo da decisão. Segundo a atriz, ficar identicamente igual ao anime não foi possível por uma questão prática de segurança.

    A jovem explicou que todos os atores fizeram diversas acrobacias já nas primeiras filmagens, e o personagem que mais faz isso no roteiro é justamente Luffy, interpretado por Iñaki Godoy, sendo assim, os tradicionais chinelos não dariam estabilidade para esse tipo de manobra.

    Iñaki Godoy como Luffy em montagem feita por fã no Reddit (Reprodução/ Reddit)
    Arista visual faz montagem com foto de Iñaki Godoy com o visual de Luffy no live-action de One Piece (Reprodução Agent65 Reddit)

    Para melhorar o resultado final da performance visual sem comprometer a atuação do rapaz, foi necessário alterar levemente seu visual.

    “Todos nós fizemos o máximo permitido de trabalho, muito que poderia ser feito por dublês, fizemos nós mesmos (quando não fizemos, foi devido à nossa segurança, e aí a equipe incrível de dublês entrava no lugar). Chinelos não são os calçados mais seguros para fazer acrobacias, e não queríamos de jeito nenhum que vocês perdessem o trabalho incrível que Inaki Godoy pode fazer e realmente fez”.

    Atriz de live-action de One Piece explica o motivo de Luffy usar sapatos na série da Netflix (Reprodução/ Instagram)
    Atriz comenta motivo de Luffy usar sapatos no live-action da Netflix (Reprodução/ Instagram)

    Divulgação de One Piece não segue a linha dos live-actions antecessores

    One Piece é um dos grandes lançamentos da Netflix programados para este ano, mas diferente de outras produções, o serviço de streaming resolveu ir com cautela nas decisões envolvendo a série e principalmente sua divulgação.

    Devido à longevidade do mangá, e do anime, assim como seu sucesso com o público, nota-se por parte da companhia um modus operandi diferente daquele que foi visto em outras produções do gênero, e que fracassaram de forma muito rápida como Cowboy Bebop, que teve sua ordem de cancelamento antes mesmo dos costumeiros 28 dias que a plataforma leva para medir a audiência, de um programa, e Death Note.

    O filme lançado em 2016, enfrentou uma série de críticas, por descaracterizar o enredo original do mangá, mesmo com a divulgação massiva. Dessa vez porém, a Netflix se mostra comedida para não sufocar seus assinantes com a publicidade de um programa que pode dar errado, mas que tem tudo para dar certo como seus antecessores.

    Ainda não há data de estreia prevista para a atração.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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