
The Good Doctor é uma série que apresenta várias situações que são medicamente bem corretas, mas há outros plots em que tudo é completamente inventado apenas pra o show.
Veja a seguir algumas situações que foram criadas para a série, mas na vida real não aconteceriam.
Pessoas privadas de liberdade não têm permissão para doar órgãos
O programa é famoso por sempre trazer algumas discussões éticas e colocá-las em pauta.
Em um determinado episódio, é visto um paciente à beira da morte, porém, sem querer aceitar o fígado doando por um assassino condenado.
Não existe de fato nenhuma lei nos Estados Unidos que impeça que uma pessoa que está na prisão faça doação de órgãos, mas, na prática, as prisões não costumam permitir isso, pois os presos possuem mais chances de contraírem infecções e doenças.
Na série, houve uma grande controvérsia ética em pauta, mas na vida real, não teria acontecido.
A estimulação cerebral profunda não é aprovada para anorexia
Durante a exibição da segunda temporada, o Dr. Meléndez, faz de tudo para tratar uma paciente com anorexia extrema, mas não consegue sucesso.
Por isso, a doutora Lim propõe uma estimulação cerebral profunda, que é basicamente o implante de um “marca-passo cerebral”.
Embora esse tipo de procedimento tenha sido aprovado e já seja utilizado para tratar doenças como Parkinson e até mesmo TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, ele não é aprovado para o tratamento de anorexia, o que seria vetado a qualquer médico e hospital.
Internos não podem andar pelo hospital sem orientação
No episódio piloto, o doutor Shaun chega ao hospital em seu primeiríssimo dia e já vai direto para a sala de cirurgia.
Ele se atrapalha todo, deixando cair sua máscara de cirurgia, sem conseguir colocá-la adequadamente e não cobre o rosto.
Embora tenha sido divertido para o público assistir, isso não aconteceria num hospital de verdade.
É perigoso e proibido entrar em uma sala cirúrgica sem o equipamento adequado, então Shaun teria sido expulso e levaria uma advertência.
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