Segunda temporada de Bridgerton terá alternância entre protagonistas?

Bridgerton
Anthony (Jonathan Bailey) em Bridgerton: (Reprodução)

O público de Bridgerton se rendeu aos dramas e intrigas de Daphne (Phoebe Dynervor) com seu par romântico, o Duque de Hastings (Regé-Jean Page), mas agora que a série foi renovada, é provável que algumas coisas mudem.

Se o programa continuar seguindo a trama contada pelos livros, a segunda temporada trará a história de Anthony (Jonathan Bailey) para o primeiro plano.

Isso acontece pelo fato de que cada livro da série conta a história de um irmão diferente.

O primeiro realmente conta a história de amor entre Daphne e Simon, mas já no segundo, intitulado O Visconde que Me Amava, o foco é o amor entre Anthony e uma mulher chamada Kate Sheffield.

Se a adaptação para as telas for fiel ao material de base, provavelmente, entenderemos o motivo da aversão de Anthony ao amor, que, nos livros, está ligado ao medo de que ele, como seu pai, também morra aos 38 anos de idade. Ele acaba planejando evitar o amor para preservar os sentimentos da esposa.

O personagem foi apresentado na primeira temporada como um homem complexo e são justamente suas diferentes camadas que poderão ajudar a enriquecer a história, já que agora a tensão entre Daphne e Simon se resolveu na primeira temporada.

É provável que utilizar o mesmo método da obra original e aprofundar na trama dos diferentes membros da família Bridgerton poderá fazer o show brilhar ainda mais.

Entretanto, ainda não é certeza de que a Netflix, assim como os autores, escolherão seguir as histórias originais como aconteceu na primeira temporada, mesmo sabendo que isso cativou a muitos fãs da série.

Ator revela que foi orientado a não revelar sua homossexualidade

Por falar em Jonathan Bailey, o ator recentemente declarou que recebeu ‘dicas’ de colegas gays que estão na indústria há mais tempo de que ele deveria manter em segredo sua orientação sexual.

“As conversas mais conservadoras que tive sobre ser honesto sobre a minha sexualidade nos dias de hoje vieram de gays da indústria: ‘Oh, não, você não pode assumir. Você realmente não deveria fazer isso’.”, contou ele.

Bailey acredita que exista uma sensação de vergonha entre os gays por conta das pressões da sociedade.

“Há uma sensação de vergonha, eu acho, que é palpável entre os gays dentro da indústria. Mas também há essa compreensão heteronormativa e heterossexual da sexualidade”, falou ele para a revista Attitude.


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