Pânico: Atriz comenta sobre repetir morte de filme de Tarantino

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Um grande sucesso de bilheteria, Pânico trouxe de volta o reinado de terror de Ghostface, com inúmeras e diferentes mortes, entre elas, uma em especial, que deixou um sentimento de dejavu em muitas pessoas que o assistiram.

SPOILERS DE PÂNICO A PARTIR DAQUI

Acontece que a vítima em questão foi Amber Freeman, interpretada por Mikey Madison, que já atuou em outras produções de terror, incluindo Era Uma Vez em… Hollywood, filme no qual ela deu vida a um dos membros do culto de Charles Manson.

No filme de Quentin Tarantino a personagem acaba sendo uma das tantas vítimas de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu lança-chamas, morrendo queimada, coincidentemente da mesma maneira que ela é morta em Pânico, após revelada como uma das pessoas por trás de Ghostface.

Após muitas especulações insinuando que o fato de Madison morrer da mesma maneira teria sido intencional, como uma maneira de homenagear Tarantino, a atriz resolveu esclarecer tudo durante uma recente entrevista à revista The Hollywood Reporter.

“Na verdade, eu não sabia que minha personagem deveria ser incendiada no final. Eu pensei que era para ser a morte do personagem [Quaid] do Jack, porque foi assim que ele morreu no roteiro que eles me deram. Então, quando me disseram, eu definitivamente disse, ‘Huh, isso é uma coincidência engraçada.’ Mas não foi uma escolha específica sobre o final [dos diretores] em relação a mim. Eles até debateram mudar a morte do meu personagem, mas nós finalmente apenas a mantivemos dentro”, ela contou.

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Amber (Mikey Madison) em Pânico (2022) (Reprodução)

Ela disse que achou a coincidência bastante estranha porque fogo não é uma arma muito comum em filmes de serial killers.

“Eu era como, ‘Isso vai ser um esquema estranho?’ Não há muitos jovens papéis de serial killer para mulheres que morrem pelo fogo, então foi uma coisa estranha para mim estar fazendo novamente. Mas eu acho que é engraçado. O filme não se leva muito a sério, e acho que mantê-lo foi uma boa escolha”, ela afirmou.

Apesar da cena não ter sido uma homenagem a Quentin Tarantino, como muitas pessoas imaginaram, ela foi um tributo a outro grande gênio, Wes Craven, o criador e diretor dos quatro primeiros filmes da franquia.

Segundo Madison sua aparência “derretida” após ser incendiada, foram criada pelos efeitos especiais para que ela lembrasse o visual de Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, também dirigido por Craven.

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“Acho que isso fazia parte do design que eles queriam. A equipe de maquiagem e prótese foi incrível, e eles criaram essa queimadura realmente horrível e doentia no meu rosto. Os diretores são os maiores fãs de terror de todos os tempos, então eles vão colocar qualquer tipo de ovo de Páscoa que puderem, especialmente quando também é um tributo a Wes Craven”, ela salientou.

Pânico está disponível nos cinemas de todo país.

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