Durante o julgamento do processo que move contra Amber Heard, o ator Johnny Depp alegou que a ex-mulher havia decepado uma ponta do seu dedo ao jogar uma garrafa de vodka contra ele.
O médico-cirurgião Richard Moore, que faz parte da equipe de defesa de Heard, entretanto, não acredita que as coisas realmente tenham acontecido dessa forma, de acordo com publicação da Rolling Stone.
O profissional, que é especialista em procedimentos envolvendo mãos, fez toda uma revisão clínica dos prontuários médicos de Depp e afirmou que acredita que a lesão no dedo do ator de Piratas do Caribe tenha sido causada por um esmagamento.
Ele disse que aquela lesão não é consistente com o padrão que foi descrito pelas fotografias clínicas.
“Não é consistente com o que vemos no padrão de lesão descrito ou nas fotografias clínicas… A ferida realmente não parece ser uma laceração de vidro afiada.” – afirmou ele, que, depois, disse que não podia ter certeza do que realmente aconteceu.
Já Amber Heard afirmou que Johnny Depp teria machucado o dedo quando quebrou um telefone na parede e o deixou em pedaços durante uma discussão do casal.
Courtney Love alfinetou Amber Heard e Johnny Depp em vídeo que já foi deletado das redes sociais
A cantora acusou Heard de usar causas feministas para ganhos pessoais, mas disse que sentia empatia pela atriz, já que também foi vítima do julgamento e ódio das pessoas na década de 90, quando Kurt Cobain, seu ex-marido, faleceu.
De todo modo, ela diz que espera que a justiça seja feita.
“Fui a mulher mais odiada dos Estados Unidos. Eu fui a mulher mais odiada do mundo antes do TikTok e realmente… Tenho muita empatia pelo que a Amber deve sentir. P****, cara, nossa, você pode imaginar como deve ser estar no lugar dela?”
“Mas se você usa um movimento para seu próprio ganho pessoal, habita espaços interseccionais feministas queer e abusa desse momento, espero que a justiça seja feita de alguma forma”, afirmou.
Love também revelou que Johnny Depp prestou socorro a ela quando a mesma teve uma overdose por uso de drogas quando estava em uma boate, nos anos 90.
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