Cena de Bridgerton (Reprodução / Netflix)
    Cena de Bridgerton (Reprodução / Netflix)

    Bridgerton estreou há alguns dias e a maioria dos fãs já maratonou, mas sempre existem aspectos interessantes a descobrir.

    Um deles está ligado aos figurinos e o quanto eles são importantes para a composição do visual da série e dos personagens, o que impacta diretamente no produto final entregue ao público.

    Uma das preocupações principais da série nesse quesito é conseguir recriar uma época muito específica da História: a Regência do século XIX em Londres.

    A atriz Nicola Coughlan, que interpreta Penelope Featherington no programa, explica:

    “As fantasias são exageradas, um tanto cafonas e bregas, mas me apaixonei por todos os meus vestidos. Cada robe foi feito sob medida para mim e pensando em mim também de modo que o tecido se adaptava perfeitamente ao meu corpo, os enfeites eram costurados à mão, usávamos joias como coroas e tiaras e penas, também espartilhos que não nos deixavam sentar ou nos movermos livremente”.

    No total, mais de 7.500 fantasias e vestidos foram feitos para Bridgerton (e 123 deles foram para Daphne Bridgerton, a protagonista): um guarda-roupa glorioso e ousado que inclui uma paleta de cores vibrantes, detalhes intrincados em cada um dos vestidos e acessórios como cocares, chapéus, enfeites de cabelo, luvas, sapatos, bolsas, joias e mais uma lista gigantesca que eu passaria o dia descrevendo, mas eu não posso porque tenho mais textos pra fazer.

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    Atriz faz prova do figurino em Bridgerton: Reprodução

    Os dados nos ajudam a ter pelo menos uma ideia de como foi recriar o ano de 1813 na alta sociedade londrina, em uma época em que grande parte da vida consistia apenas em ser visto em eventos sociais, bailes e passeios minuciosos no parque.

    Uma informação interessante é que a diretora de figurino, Ellen Mirojnick, poderia ter escolhido peças disponíveis no guarda-roupa já utilizado em diversos filmes e séries de época, mas ela simplesmente decidiu projetar e fazer tudo do zero e À MÃO.

    Assim, o figurino de cada cena é engenhoso e inteligente e fala tanto da personalidade quanto da classe social dos personagens que o compõem.

    Ellen Mirojnick comentou que foi uma tarefa gigantesca.

    “Tínhamos de montar a melhor equipe imaginável, porque não há tempo extra para permitir erros”. No total, a equipe era composta por 230 pessoas. “Tínhamos quatro cortadores, um fabricante de espartilhos, um departamento de adornos e depois sapateiros, joalheiros e chapeleiros.”

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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