Enquanto trabalha no turno da noite em um fliperama, Alex é surpreendida por seus amigos em seu aniversário de 21 anos. Porém, o grupo de amigos é caçado por um homem vestindo uma máscara do Mickey Mouse, e a noite diversão vira um jogo mortal de sobrevivência.
Desde que Vapor Willie se tornou domínio público, alguma notícias sobre cineastas querendo adaptar a história como uma história de terror surgiram, e Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra, foi a primeira produção a ser lançada seguindo essa ideia.
O filme começa como uma comédia, com longo letreiro subindo na tela explicando sobre os direitos do personagem e que nada na produção tem conexão com a Disney e parceiros, o que faz pensar que você está assistindo a uma comédia de terror.
Há também algumas cenas de Vapor Willie que poderiam se encaixar em um filme de terror, infelizmente, essa é a única conexão que se verá no filme com a animação da Disney, além, claro, do assassino vestindo a máscara do camundongo.
Logo nos primeiro minutos percebe-se que é um filme de baixo orçamento como Ursinho Pooh: Sangue e Mel ou A Maldição de Cinderela. Os diálogos são rasos, embora as interpretações dos atores sejam ok, ainda falta certa química entre eles. Mas ainda tudo é feito da melhor maneira que um baixo orçamento possibilita.
O longa metragem usa diversos clichês de filmes policiais e slasher, e os reforça estereótipos a todo momento. Há os policiais bom e mal, a jovem sobrevivente sombria e sarcástica, o grupo de jovens adultos que só sabem falar palavrão e de coisas sexuais, o desajustado que é apaixonado pela protagonista, e o triângulo amoroso entre a mocinha, o desajustado e o cara babaca que se acha o máximo.
Quanto ao terror? O filme deixa muito da desejar. A maior parte do filme se concentra apenas em Alex e seus amigos e a investigação dos assassinatos que aconteceram no fliperama. O assassino não assusta de verdade e falha na maioria das tentativas de matar alguém. O toque sobrenatural não parece se conectar com o vilão e a trama como um todo, e deixa muitas questões em aberto. Há pouco sangue.
Quando a história atinge seu ápice acontece uma morte realmente sangrenta, mas apenas para deixar o expectador na vontade de esperar algo mais. O filme termina com a história em aberto, e a promessa de uma sequência. Caso a sequência aconteça, é esperado que ela seja bem mais criativa e supra o que faltou deste original.
Deixe seu comentário
Adoraríamos saber sua opinião!
Descubra mais sobre Epipoca
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




