Benedict Cumberbatch explica por que Doutor Estranho não é um Vingador

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O ator Benedict Cumberbatch, que interpreta o Doutor Estranho no Universo Cinematográfico da Marvel aproveitou uma entrevista que concedeu à KCRW para explicar por que seu personagem não deve ser considerado como um dos Vingadores.

Segundo o seu ponto de vista, apesar de o Feiticeiro enfrentar grandiosas ameaças e lutar ao lado dos Vingadores, como aconteceu nas batalhas contra Thanos em Guerra Infinita e Ultimato, isso não significa que ele seja um membro da equipe.

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“As pessoas perguntam: ‘Você estava com os Vingadores, mas não é um Vingador, certo?’ Não, não sou. Não estou na Torre Stark com Nick Fury. [O Doutor Estranho] está fora dessa esfera.”

“Mas não acho que isso seja necessariamente um traço de caráter. É apenas um título de trabalho,” falou ele.

Ele ainda fez um acréscimo, explicando que não estava com a equipe desde o início, já que eles faziam um trabalho muito antes de Estranho se juntar ao grupo.

 Por isso, “ele [o Doutor Estranho] está lá para proteger a realidade dos Vingadores de uma maneira diferente do que lutaram até o ponto em que tudo colide nos dois últimos filmes.”

“Então, ele mantém a posição de adulto que prefere ficar de fora, mas acho que apenas por um tempo. Há sempre um momento em que ele tem que trabalhar com pessoas e formar uma equipe. Podemos ver isso no próximo filme.”, disse ele se referindo a Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia em maio nos cinemas.

Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (Divulgação / Sony Pictures)

Produtor de Doutor Estranho 2 diz por que Loki foi fundamental para o filme

Richie Palmer, produtor do filme, explicou que os eventos da série Loki foram importantes para o segundo filme do Doutor Estranho por já terem estabelecido o conceito do multiverso na mente do público.

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Dessa forma, ele foi poupado do trabalho de explicar os conceitos e ganhou mais tempo para contar a história e torná-la compreensível para quem já acompanha o MCU há tempos.

“Foi realmente emocionante. Descobrimos que não precisávamos gastar muito tempo recapitulando as regras; nós sentimos que o público teria muito disso agora.”, explicou ele.

“Com Michael, poderíamos pular para contar uma boa história dentro do que já foi estabelecido. A força de Michael é o material do personagem. Como você viu em Loki, todos os melhores momentos envolveram os personagens contra o pano de fundo dessas linhas de tempo alternativas. É mais ou menos assim no nosso filme também. O roteiro de Michael trouxe muito coração para conceitos de ficção científica como o Multiverso.”, disse Palmer.

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