Os problemas legais de Alec Baldwin continuam. A promotoria do caso Rust entrou com uma apelação para reverter a decisão de um juiz que rejeitou a acusação de homicídio culposo contra o ator. O pedido, enviado na quinta-feira (21) e divulgado nesta terça-feira (26), não detalha os motivos, mas a promotora Kari Morrissey argumenta que o juiz foi induzido ao erro pela defesa de Baldwin.
Alec Baldwin foi a julgamento em Santa Fé, Novo México, acusado de negligência ao apontar e disparar uma arma na direção da diretora de fotografia Halyna Hutchins. que acabou morta, o mesmo tiro feriu o diretor Joel Souza. No terceiro dia, a juíza Mary Marlowe Sommer rejeitou o caso após a acusação não entregar um lote de balas à defesa. Em outubro, a juíza manteve sua decisão, considerando as balas irrelevantes para o caso.
De acordo como site Variety, a defesa de Alec Baldwin deve contestar o direito da promotoria de apelar, argumentando que o julgamento já havia começado e que a acusação não pode ser reapresentada. A promotora terá 30 dias para enviar ao Tribunal de Apelações uma declaração indicando as questões a serem decididas.
Alec Baldwin não quer assistir Rust
Alec Baldwin, em entrevista à Variety, disse não querer assistir à versão final de Rust, mas espera que o filme seja lançado para beneficiar a família de Halyna Hutchins. Ele afirmou que este é o momento mais difícil de sua vida.
Além disso, Baldwin enfrenta ações civis relacionadas ao incidente, enquanto seus advogados pedem a suspensão desses casos até a resolução da apelação. A armeira Hannah Gutierrez Reed, que forneceu a arma para Baldwin, permanece presa após ser condenada por homicídio culposo.
No filme, um fora-da-lei ajuda seu neto Lucas a escapar da prisão após ser condenado à forca por um assassinato acidental. Perseguidos, os dois enfrentam os perigos da Fronteira Americana, revelando segredos e construindo um inesperado laço familiar enquanto lutam para sobreviver.
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