Após desagradar à crítica e o público e acumular apenas 40% de aprovação no Rotten Tomates, Coringa: Delírio a Dois fracassa no final de semana de estreia nos Estados Unidos e se torna um dos filmes com menos arrecadação do gênero.

    Para se ter uma ideia, o filme arrecadou entre US$ 39-40 milhões ficando abaixo de The Flash e As Marvels que arrecadaram US$ 55 milhões e US$ 49 milhões em sua semana de estreia, respectivamente.

    O filme fracassou até mesmo entre as projeções do próprio estúdio, que esperavam uma arrecadação acima de US$ 49 milhões no território nacional. Vale lembrar que antes da repercussão, a Warner acreditava que o longa faria US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana pela presença de nomes renomados como o Joaquin Phoenix e a Lady Gaga.

    Aqui no Brasil, a Warner tem sido bombardeada nas redes sociais por internautas que desaprovaram o filme: “Não percam tempo”, comentou um. “Pior filme que já vi”, comentou outro. Acredita-se que o estúdio tente aumentar o público com estratégias de divulgação nas próximas semanas.

    Qual foi o maior erro de Coringa 2?

    Fazer sequências no cinema sempre foram um risco que a maioria dos estúdios ignoram por conta de bilheteria. Mas, de uma certa forma, existem poucos títulos na história do cinema que superaram suas primeiras produções, aqui faço uma missão honrosa a Star Wars: O Império Contra Ataca e Shrek 2.

    O grande erro do Todd Phillips em Coringa: Delírio a Dois sem duvida alguma foi acreditar que o que ele criou em Coringa (2019) pudesse ser ainda maior e a ideia de transformar o filme em musical para um público que não consome o seguimento foi uma aposta errada.

    Aqui vai também uma crítica ao estúdio que tenta vender o filme como um “semi musical”, tentando criar um gênero inexistente na história do cinema para tentar atrair público para as salas.

    Autor

    • Gabriel Girão

      Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda.

      Contato: [email protected]


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