A série Smiley, estrelada por Miki Esparbé e Carlos Cuevas, estreou na Netflix em 07 de dezembro de 2022. Composta por 8 episódios com duração de 35 minutos cada, a trama conta a história do amor de Alex e Bruno, além de dar destaque a outros personagens e seus dramas.

    Conheça agora algumas curiosidades sobre a atração.

    Álex (Carlos Cuevas) e Bruno (Miki Esparbé ) em Smiley (Divulgação)
    Álex (Carlos Cuevas) e Bruno (Miki Esparbé ) em Smiley (Divulgação)

    O relacionamento dos protagonistas começa por uma ligação feita por engano

    Álex (Carlos Cuevas) acaba de se apaixonar. Ela teve muitas esperanças com um cara que, depois de algumas semanas, simplesmente desistiu da relação. Por isso, ele pega o telefone e começa a pedir mil explicações com uma mensagem de voz que tem consequências que ele nem imaginava que teria.

    O motivo é que ele manda a mensagem por engano para Bruno, um cara que ele nem sabe quem é. Este inocente primeiro erro é o primeiro de uma cadeia de eventos que mudará a vida de Álex e Bruno para sempre.

    Álex (Carlos Cuevas) e Bruno (Miki Esparbé ) em Smiley (Reprodução)
    Álex (Carlos Cuevas) e Bruno (Miki Esparbé ) em Smiley (Reprodução)

    A série é baseada em uma peça escrita por Guillem Clua, que também é o showrunner na adaptação para a Netflix

    A peça homônima estreou há dez anos na Sala Flyhard, em Barcelona, mas não ficou só lá. Ela acabou ganhando os grandes teatros comerciais da cidade, ganhou exibição em Madrid e depois seguiu para fora do país.

    Uma das grandes novidades do sucesso da peça é que foi a primeira vez que se exibiu uma comédia romântica gay “com naturalidade, sem reservas ou complexos”, conforme disse Clua em entrevista ao jornal La Vanguardia.

    Os protagonistas já se conheciam há muito tempo

    Os atores Carlos Cuevas e Miki Esparbé já eram amigos antes da série e correram atrás dos papeis quando ficaram sabendo que a peça seria adaptada. Como queriam participar, eles mesmos foram atrás das informações sobre os testes.

    Depois disso, precisaram passar por várias etapas até conseguirem os papéis.

    “Carlos soube, acho que pelo Twitter, que a produtora estava preparando a adaptação de ‘Smiley’ e me contou. Ele se juntou com o representante dele, e eu com a minha. Fizemos o caminho, cada um na sua. O período de testes foi muito extenso, com muitos atores tentando estar ali”, disse Esparbé em entrevista à GQ

    Elenco de Smiley (Divulgação)
    Elenco de Smiley (Divulgação)

    Guillem Clua espera que personagens LGBTQIA+ ocupem os mesmos espaços das atrações focadas em protagonistas héteros

    “É verdade que isto mudou, que já se viram muito mais histórias no teatro e principalmente no cinema e na televisão. Essa presença de histórias queer dentro do audiovisual está cada vez mais forte e novos gêneros estão cada vez mais invadindo, antes reservados apenas para histórias heterossexuais. Só precisamos entrar na história de super-heróis ou ficção científica, por exemplo, para que essa presença LGTBI seja normalizada”, afirmou ele.

    Showrunner criou novos personagens para a adaptação televisiva de Smiley

    Como a peça não tinha tantos personagens, foi necessário criá-los para a televisão.

    Além dos protagonistas, também fazem parte da série o casal de lésbicas formado por Patri e Verónica, além de suas amigas que compuseram o núcleo lésbico da trama. Os pais de Patri também aparecem em um momento bastante comovente.

    A primeira temporada de Smiley está disponível na Netflix.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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