A derrota de Onze no final da quarta temporada de Stranger Things pode ser tudo o que Vecna precisa para ter uma vantagem na batalha final? Uma nova teoria afirma que sim.

    A história da recente leva de episódios encerrou com a derrota dos personagens, que enfraqueceram o vilão, mas não pararam seu plano de abrir uma passagem entre o plano deles e o Mundo Invertido.

    Uma teoria que rola entre os fãs da série é que Onze ter perdido vai fazer com que o confronto final seja mais difícil, e que um personagem seria a solução para garantir que os protagonistas sejam os vencedores.

    Dada a forma como Vecna manipula suas vítimas, Onze poderia estar em perigo por abrir espaço para que o vilão explore sua vulnerabilidade. Chrissy teve seus traumas com a mãe usados, assim como Patrick, Fred e Max tiveram seus piores medos usados como arma contra eles.

    Chrissy (Grace Van Dien) em Stranger Things 4 (Reprodução)
    Chrissy (Grace Van Dien) em Stranger Things 4 (Reprodução)

    O domínio de Vecna sobre Onze é muito mais psicológico do que físico: como não pode ter certeza se ele é o mais forte quando se trata dos poderes, o monstro tenta convencer a moça de que ela não tem chance de vencer, tentando criar dúvidas e medo, alimentando suas forças.

    Depois de perder para Vecna, Onze pode se tornar vulnerável e se entregar aos sentimentos negativos que o fortalecem. Com a dúvida plantada na cabeça da personagem, o vilão pode tentar convencê-la de que não vale nem a pena tentar, pois irá vencer no final, como já fez antes.

    Jamie Campbell Bower é Vecna em Stranger Things (Reprodução)
    Jamie Campbell Bower é Vecna em Stranger Things (Reprodução)

    Will seria a chave para a vitória?

    É então que Will entra na segunda parte da teoria: a peça que falta no quebra-cabeça para que Vecna seja derrotado. O rapaz revelou que ainda tem uma conexão mental com o vilão, o que pode ser a vantagem que o grupo precisa.

    Will sempre se mostrou a pessoa que mais entende que manter a esperança pode ser o elemento-chave para que eles tenham força para vencer, como se viu em sua conversa com Mike durante o volume dois.

    Will (Noash Schnapp), Jonathan (Charlie Heaton), Nancy (Natalia Dyer), Joyce (Winona Ryder), Onze (Millie Bobby Brown), Hopper (David Harbour) e Mike (Finn Wolfhard) em Stranger Things (Reprodução/Netflix)
    Will (Noash Schnapp), Jonathan (Charlie Heaton), Nancy (Natalia Dyer), Joyce (Winona Ryder), Onze (Millie Bobby Brown), Hopper (David Harbour) e Mike (Finn Wolfhard) em Stranger Things (Reprodução/Netflix)

    Enquanto Vecna tenta convencer Onze de que ela não pode derrotá-lo, Will pode usar sua vantagem para revelar que tudo é apenas um blefe e provar que Onze tem tudo o que precisa para acabar com essa guerra.

    Além de salvar o dia, a teoria reconectaria Will e Onze, assim como os criadores prometeram que fariam ao retornar às raízes da série, na primeira temporada. A quarta temporada de Stranger Things já está disponível na íntegra na Netflix.

    Fonte: Screen Rant

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


    Deixe seu comentário

    Adoraríamos saber sua opinião!


    Descubra mais sobre Epipoca

    Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

    Compartilhe

    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

    (function ($) { 'use strict'; var selector = '.smart-head .search-icon'; var options = { items: { src: '.search-modal-wrap', type: 'inline' }, removalDelay: 400, focus: 'input', closeBtnInside: false, closeOnBgClick: false, mainClass: 'search-modal', midClick: true, fixedContentPos: true, autoFocusLast: false }; function mount() { var $target = $(selector); if (!$target.length || !$('.search-modal-wrap').length || !$.fn.magnificPopup) { return false; } $target.each(function () { var $item = $(this); if (!$item.data('magnificPopup') && !$item.data('epipocaSearchReady')) { $item.magnificPopup(options); } $item.data('epipocaSearchReady', true); }); return true; } function retry() { if (!mount()) { window.setTimeout(retry, 250); } } $(function () { retry(); $(document) .off('click.epipocaSearchFallback touchend.epipocaSearchFallback', selector) .on('click.epipocaSearchFallback touchend.epipocaSearchFallback', selector, function (event) { var $item = $(this); if ($item.data('magnificPopup') || $item.data('epipocaSearchReady')) { return; } event.preventDefault(); var attempts = 0; function openWhenReady() { attempts++; if (mount()) { $item.magnificPopup('open'); } else if (attempts < 40) { window.setTimeout(openWhenReady, 250); } } openWhenReady(); }); }); })(window.jQuery);
    ×

    URL Copiada com Sucesso

    Desenvolvido por Camillo Dantas