O novo Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (17/09) após receber avaliações entusiasmadas nas redes sociais. Entre os pontos mais citados estão a tensão inspirada nos jogos, o ritmo acelerado e a atuação de Austin Abrams.
🎬 Assista ao trailer oficial de Resident Evil:
Publicações no X chegaram a colocar o reboot entre as adaptações de videogames mais elogiadas por quem participou das primeiras sessões. Mesmo sem reproduzir diretamente personagens e histórias já conhecidos dos games, a maneira como o longa recupera a atmosfera da franquia chamou atenção.
O que dizem as primeiras reações de Resident Evil?
Uma das avaliações destacou justamente a decisão de Zach Cregger de buscar a identidade dos jogos sem depender das mesmas histórias exploradas anteriormente no cinema.
“Resident Evil pode não trazer personagens ou enredos reconhecíveis, mas, ao capturar a tensão implacável dos jogos, Zach Cregger entregou, na verdade, a adaptação mais fiel até agora. […] Facilmente uma das melhores adaptações de videogame que já vi.”
Outro espectador colocou o filme não apenas entre boas adaptações de games, mas também entre seus destaques recentes no gênero de terror:
“Zach Cregger é simplesmente o cara, e Resident Evil é uma das melhores adaptações de videogame já feitas — e um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos. […] Nota 10/10.”
Austin Abrams também apareceu de forma recorrente entre os elogios. Uma das publicações destacou especialmente a forma como o ator reage às situações enfrentadas por seu personagem:
“Eu poderia ficar duas horas assistindo a esse cara reagir à loucura absoluta acontecendo ao redor dele sem reclamar nem um pouco.”
Em outra reação, o longa foi descrito como “puro caos do início ao fim”, com elogios ao visual, à trilha sonora e à performance de Abrams. Já outro espectador ressaltou o ritmo mantido pela produção:
“Resident Evil é uma experiência frenética que não tira o pé do acelerador. Zach Cregger entrega um banquete deliciosamente insano de criaturas assustadoras, suspense ininterrupto e sequências de ação de fazer o coração disparar.”
Novo filme muda abordagem da franquia
Cregger já havia antecipado que sua versão não teria a Umbrella Corporation ou o funcionamento do T-vírus como centro da história. Segundo o cineasta, a proposta é acompanhar um homem comum diante de monstros, em uma narrativa que acelera poucos minutos depois do início.
Além de comandar a direção, Cregger divide o roteiro com Shay Hatten, de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas. O elenco reúne ainda Zach Cherry, de Ruptura, Kali Reis, de True Detective: Terra Noturna, e Paul Walter Hauser, de O Caso Richard Jewell.
A produção é da Constantin Film, responsável pelos direitos cinematográficos da franquia desde o fim da década de 1990, em parceria com a PlayStation Productions. Nos Estados Unidos, o novo longa recebeu classificação R.
Bilheteria também pode marcar novo recorde
A recepção positiva chega acompanhada de uma expectativa alta para a bilheteria. Segundo projeção do Deadline, Resident Evil pode arrecadar entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos, além de cerca de US$ 31 milhões nos mercados internacionais.
No cenário mais favorável, o reboot pode alcançar aproximadamente US$ 80 milhões mundialmente logo na estreia. Mesmo que fique na faixa mínima de US$ 40 milhões no mercado norte-americano, o resultado já representaria a maior abertura da franquia no país, superando os US$ 26,6 milhões de Resident Evil 4: Recomeço, de 2010.
O longa, que teve orçamento estimado em US$ 75 milhões, também chega aos cinemas com outro marco: segundo o Deadline, tornou-se o filme de Resident Evil mais bem avaliado pelos críticos nos 24 anos da franquia, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes no momento da publicação da projeção.
Ao todo, os sete filmes anteriores de Resident Evil acumularam mais de US$ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais. A nova produção estreia inicialmente em 62 mercados internacionais, enquanto Japão e China receberão o longa posteriormente.
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