O orçamento de Capitão América: Admirável Mundo Novo pode ter sido significativamente maior do que o divulgado inicialmente. De acordo com um relatório do The Hollywood Reporter (THR), a produção teria custado cerca de US$ 180 milhões, um valor abaixo da média de outros filmes do estúdio.

    No entanto, novas informações sugerem que esse número pode ter aumentado consideravelmente. Segundo Jeff Sneider, do The Hot Mic, os custos extras com refilmagens e marketing podem ter elevado o orçamento do longa para perto de US$ 300 milhões—o mesmo valor investido pela Marvel em Vingadores: Guerra Infinita.

    Se essa estimativa for precisa, o filme precisaria arrecadar pelo menos US$ 600 milhões mundialmente para começar a gerar lucro. Porém, a recepção inicial não tem sido das mais promissoras: com base em 76 críticas, a produção conquistou apenas 51% de aprovação no Rotten Tomatoes.

    O que os críticos falam sobre Capitão América: Admirável Mundo Novo?

    A produção chegou aos cinemas nessa quinta-feira (13) cercada por reações mistas. Enquanto alguns elogiam a produção por resgatar o tom das fases iniciais da franquia, outros apontam previsibilidade e excesso de clichês no enredo.

    O desempenho da nova produção fica aquém do sucesso crítico de seus antecessores. Para efeito de comparação, Capitão América: O Primeiro Vingador alcançou 80% de aprovação da crítica e 75% do público. Já Capitão América: O Soldado Invernal e Capitão América: Guerra Civil conquistaram 90% dos especialistas, com notas de 92% e 89% dos fãs, respectivamente.

    Os especialistas não pouparam comentários sobre Admirável Mundo Novo. Para Erin Maxwell, do LA Weekly, o longa é “um lançamento competente, ainda que pouco impactante dentro do MCU”. Richard Roeper, do Chicago Sun-Times, destacou que, apesar de não inovar, o filme entrega entretenimento de forma consistente.

    Tania Lamb, do Lola Lambchops, acredita que dificilmente esta será a produção favorita dos fãs do Capitão América, mas vê o filme como um esforço suficiente para manter o público investido na franquia. Já Kyle Smith, do Wall Street Journal, elogiou a execução sem apelar para excessos narrativos do multiverso, além de trazer analogias a problemas do mundo real.

    Por outro lado, Johnny Oleksinski, do New York Post, criticou o excesso de interligações com séries e filmes anteriores, afirmando que o espectador precisa de um extenso conhecimento prévio para compreender a trama. Ele também apontou que as sequências de luta soam “meditativas” e que a atuação “remete a um trailer dos anos 90”.


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    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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