Djimon Hounsou, com mais de 30 anos de carreira e indicado a dois Oscars, revelou que ainda enfrenta dificuldades financeiras e é mal pago, apesar de participar de grandes produções como Gladiador, Guardiões da Galáxia e Velozes e Furiosos 7.
Ele atribui essa situação ao racismo sistêmico, que, segundo ele, continua profundamente enraizado na indústria de Hollywood. Djimon disse o seguinte em um entrevista à CNN:
“Ainda estou lutando para ganhar a vida. Depois de 30 anos… Talvez os primeiros 10 anos tenham sido tentando me acostumar com a indústria, para me estabelecer. Mas estou neste negócio fazendo filmes há mais de duas décadas e com duas indicações ao Oscar e estive em muitos filmes de grande sucesso, e ainda estou lutando financeiramente para ganhar a vida. Eu definitivamente sou mal pago”.
“Isso é um sinal para você de que o racismo sistêmico não é algo com o qual você pode lidar levianamente. Está tão profundamente inserido em tantas coisas que fazemos em todos os setores. Você não supera isso. Você meio que tem que lidar com isso e sobreviver da melhor maneira possível”.
Além de atuar, Djimon dirigiu projetos como o documentário In Search of Voodoo: Roots to Heaven e lidera a Djimon Hounsou Foundation, que busca fortalecer a identidade africana e combater a escravidão moderna.
Em 2024, o ator estrelou as duas sequências de Rebel Moon, do diretor Zack Snyder, como também o filme Um Lugar Silencioso: Dia Um. Entre seus próximos trabalhos estão o thriller de sobrevivência Beneath the Storm e o terror The Monster.
Deixe seu comentário
Adoraríamos saber sua opinião!




