A Netflix reforçou sua posição como líder no mercado de streaming e descartou qualquer interesse em parcerias promocionais com concorrentes como Prime Video, Disney+ e Max. A declaração foi feita em seu mais recente relatório financeiro, onde a empresa destacou que esse tipo de estratégia não se alinha com seus objetivos.

    Em comunicado oficial, a plataforma explicou quais tipos de colaborações considera prioritárias:

    Desde o início da era do streaming, sempre valorizamos parcerias com fabricantes de dispositivos, operadoras de TV paga e móveis para tornar a Netflix mais acessível e fácil de encontrar. Essas colaborações têm sido bem-sucedidas, simplificando o processo para novos assinantes e beneficiando nossos parceiros ao atrair consumidores para dispositivos com a Netflix integrada”, afirmou a empresa.

    A gigante do entretenimento também deixou claro que sua liderança no setor reduz a necessidade de acordos com rivais diretos. “Não realizamos parcerias promocionais com serviços como Disney+ e Max, pois já somos o destino principal dos espectadores. Nosso catálogo diversificado e experiência superior nos consolidaram como referência no segmento, tornando esse tipo de aliança pouco vantajosa para a Netflix”, concluiu a plataforma.

    Os streamings podem ruir em 2025?

    Os streamings sem dúvida dominam o mercado brasileiro oferecendo uma gama de conteúdos e produções de sucesso, mas de um tempo para cá, as empresas vem adotando medidas cada vez mais severas, tanto no compartilhamento de senha quanto no aumento de preços.

    Não podemos negar que a chegada  das plataformas quase que erradicou a pirataria no país, chegando afetar até as assinaturas de TV a Cabo. Porém, de uns anos pra cá, eles vêm se tornando um peso no bolso das classes mais baixas.

    Além de ter que assinar mais de um para ter acesso a um conteúdo mais diverso, cada streaming sai pelo valor de R$ 39 à R$ 60 (se considerar os planos sem anúncios e com exibições em 1080p, ou seja, em Full HD). Pegando como base um usuário que possui três assinaturas, ele gasta em média R$ 100 mensalmente apenas com o serviço – e que na maioria das vezes não utiliza com frequência.

    Se as empresas não se conscientizarem sobre os valores e as práticas dentro das plataformas, o seguimento pode acabar ruindo em solo brasileiro e contribuindo para práticas ilegais de pirataria na internet.


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    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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