Netflix cancela Queen Sono, sua primeira série africana

Cena de Queen Sono (Reprodução / Netflix)
Cena de Queen Sono (Reprodução / Netflix)

Em abril desde ano, o site Deadline reportou que a Netflix decidiu renovar para a segunda temporada o seriado Queen Sono.  As gravações da série começariam ainda este ano.

Infelizmente, uma nova matéria da Deadline, publicada nesta terça-feira (1), noticiou que a Netflix voltou atrás com sua decisão e cancelou a série Queen Sono.

Kagiso Lediga, o criador da série, lamentou o cancelamento através de um comunicado onde escreveu: “Nós escrevemos uma linda história que se estendia por todo o continente [africano], mas infelizmente ela não pôde ser executada nestes tempos difíceis”.

Queen Sono é a primeira produção africana da Netflix, a trama segue uma jovem espiã que decide investigar a morte da mãe. O elenco conta com Pearl Thusi, Kate Liquorish, Vuyo Dabula, Khathu Ramabulana e Sechaba Morojele

Recepção da crítica

A primeira temporada de Queen Sono atingiu a nota 5,9 / 10 no IMBb. Enquanto no Rotten Tomatoes conquistou 91% de aprovação da crítica e 68% de aprovação do público. Leia abaio alguns comentários:

“Portanto, considere a versão 1.0 de Queen Sono dos Originais africanos da Netflix. É um começo um tanto comum, mas há muito espaço para melhorias com atualizações futuras” – Tambay Obenson, indieWire.

“O criador da série e veterano de comédia de TV sul-africano, Kagiso Lediga, consegue um equilíbrio perfeito entre ação, drama e reflexão, e apresenta organicamente um público socialmente conservador com perspectivas progressistas sobre mulheres, sexualidade e religião” – Brad Newsome, Sydney Morning Herald.

“Para esses seis episódios, todos com menos de 47 minutos para uma bebedeira mais rápida, é o suficiente para que Queen Sono se encaixe naquele ponto doce internacional conhecido, mas distinto, que a Netflix está conquistando” – Dan Fienberg, Hollywood Reporter.

Esta primeira temporada de Queen Sono nos presenteou com um diálogo aberto baseado na libertação negra e africana. Neste thriller de espionagem, há espaço para esse discurso, artes marciais duras e um olhar honesto sobre o neocolonialismo” – Keirra Ewah, Geeks of Color.

Formado em administração e psicologia. Fez curso de desenho com especialização em cartoons. Adora videogame, animações e filmes e séries de super heróis e monstros.


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