Nesta quarta-feira (5), foram disponibilizados na internet os primeiros cinco minutos de Mickey 17, novo filme de Bong Joon-ho com Robert Pattinson. Confira:
He’s dying to save the world.
Watch the first 5 minutes of Bong Joon Ho’s #Mickey17 starring Robert Pattinson, Naomi Ackie and Steven Yeun. Only in theaters this Friday. Get your tickets on Fandango – https://t.co/wSctP5TUoO pic.twitter.com/jx8phqpYVV— Fandango (@Fandango) March 5, 2025
Na trama, que é ambientada em um futuro distópico de colonizações espaciais, um tripulante se voluntaria para participar de missões altamente perigosas e é clonado sempre que morre. Quando um dos ‘‘descartáveis’’ sobrevive por acidente, clone e seu sucessor precisam lutar pela sobrevivência.
Além de Robert Pattinson, o elenco do filme conta com Steven Yeun, Naomi Ackie, Toni Collette e Mark Ruffalo. Mickey 17 chega aos cinemas no dia 6 de março.
Diretor de Mickey 17 revela a grande diferença entre filme e livro
De acordo com o GamesRadar+, Bong adaptou o personagem para torná-lo mais relacionável, especialmente para a geração jovem e a classe trabalhadora, refletindo sobre questões como o trabalho árduo e o uso da tecnologia.
Segundo Bong, o Mickey do livro é mais “historiador” e “mais um intelectual”. Já sobre a versão do filme, o diretor disse: “Eu encontrei o potencial para o personagem ressoar ainda mais com os jovens contemporâneos, especialmente a classe trabalhadora, porque é sobre um cara que tem que morrer todos os dias por seu trabalho. Eu sinto que isso por si só é um assunto tão fascinante”.
O diretor ainda enfatizou que queria que Mickey 17 fosse uma história atemporal e que permita que as pessoas saiam do cinema questionando sobre a sociedade em que vivemos.
“Em vez de focar em um evento específico que aconteceu em um determinado momento, ou em um problema específico que vemos no noticiário todos os dias, eu realmente queria me concentrar em questões que se repetiram ao longo da história, que ultrapassam um determinado tempo e lugar, e sempre os vemos continuar”.
“Mas a questão principal é: por que continuamos a ver grupos impotentes como esse quando falamos tanto sobre o futuro e os avanços da tecnologia? A sociedade deveria estar progredindo, mas por que isso não está melhorando? Eu pensei que essa história realmente se presta a explorar essa questão”, finalizou.
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