Mel Gibson bate continência para Trump e causa polêmica nas redes sociais

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Mel Gibson gerou polêmica após aparecer batendo continência para Donald Trump na exibição do último UFC. O ator, que já foi vinculado à ultra direita americana anteriormente , foi filmado em meio ao público quando o ex-presidente dos Estados Unidos se chegava à T-Mobile Arena, onde a luta foi realizada.

O vídeo foi visto mais de 500.000 vezes e causou muito conflito nas redes sociais. Os críticos diziam que este era um comportamento inadmissível devido às decisões políticas tomadas por Trump no governo, outros acreditam que o ator está do lado certo e há os que nem acreditam que tudo não passou de má interpretação.

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O jornalista David Leavitt chegou a chamar o ator e diretor de nazista por conta do seu gesto, confira:

“Não estou surpreso em ver Mel Gibson saudando Trump. Os nazistas têm um histórico de saudação a outros nazistas”, afirmou.

Já para este internauta que concorda com as ideias política do ex-presidente, o ator tem o direito de expressar sua admiração pelo político.

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“Existe uma cultura mundial que também é um campo de batalha, nesse contexto eu digo: Espere aí, Mel Gibson!  Se cumprimentar o ex-presidente Trump, ou um amigo, em retorno, escandaliza os liberais, é porque, como disse Clint Eastwood: “estamos diante de uma geração de bebês”, afirmou.

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Mel Gibson ( Twitter)

O ator já havia gerado polêmica por seu comportamento quando a atriz Winona Ryder declarou ao jornal Sunday Times em 2020:

“Estávamos em uma festa lotada com um de meus bons amigos, e Mel Gibson estava fumando um charuto, e estávamos todos conversando e ele disse ao meu amigo, que é gay: ‘Oh, espere, vou pegar Aids? ‘ E então surgiu algo sobre os judeus, e ele disse: ‘Você não é um “oven dodger” [trapaceira do forno], é?'”.

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O termo usado por Gibson se refere à forma pejorativa como os nazistas se referiam aos judeus, os chamando de trapaceiros ou fraudulentos e também à maneira horripilante com a qual eles era assassinados.

Gibson admitiu ter feito  os comentários anti-semitas em 2006, depois de ser preso sob a acusação de dirigir sobre influência de álcool ou outras drogas.

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