Marvel’s 616: Diretoras falam sobre a contribuição das mulheres nos quadrinhos

Gillian Jacobs (Divulgação / Disney+)
Gillian Jacobs (Divulgação / Disney+)

No dia 20 de novembro chegou ao serviço de streaming Disney+ a série documental Marvel’s 616. O documentário busca examinar as contribuições das mulheres no mundo da criação de quadrinhos como também a contribuição delas atrás das câmeras.

Marvel’s 616 apresenta o relato de tres diretoras, Alison Brie, Gillian Jacobs e Sarah Ramos, onde cada uma foi escolhida para participar por causa de sua conexão com o material. O trio concedeu uma entrevista para o IndieWire ondem falaram mais do documentário e sobre representatividade feminina.

Gillian Jacobs falou sobre foi entrar no mundo dos quadrinhos e da computação. “Eu não sabia nada sobre a indústria de quadrinhos quando comecei. Gosto de pesquisar; Gosto de aprender coisas novas”.

Ela ainda lembrou de uma reunião de três animadoras que trabalharam para a Marvel nas décadas de 1980 e 1990: “Eu era uma espécie de mosca na parede por causa dessas conversas. Elas estavam contando histórias, eles estavam se lembrando de coisas”.

Sarah Ramos falou da necessidade de se ter mulheres contando histórias: “Quando comecei este projeto, não conhecia as mulheres, as escritoras e as artistas das décadas de 1930 e 1940 que eram muito populares, por isso continuo encontrando essa história indefinidamente”.

Brie acrescentou: “Os homens sentem que podem simplesmente fazer essas coisas… mesmo que tenham um conhecimento ou experiência limitada. Você quer se convencer de que merece um lugar naquela mesa [mas] o que eu percebi cada vez mais é que você apenas tem que pular e fazer isso”.

“Se 2020 nos ensinou alguma coisa, é que a diversidade de vozes nos leva a uma diversidade de pensamentos que enriquece a todos nós”, disse Ramos. “Eu trouxe uma perspectiva diferente para minhas conversas com Mitchell Wu e sobre os brinquedos pelos quais ele é atraído… com a Marvel, há muita discussão sobre como eles criam uma comunidade tão rica. Há algo para todos. Portanto, as pessoas que contam a história devem ser todos, porque temos diferentes facetas disso”.

Formado em administração e psicologia. Fez curso de desenho com especialização em cartoons. Adora videogame, animações e filmes e séries de super heróis e monstros.


SIGA-NOS E VEJA MAIS