Margot Robbie confessa o que pensa sobre o Ayer Cut de Esquadrão Suicida

Margot Robbie como Arlequina em Esquadrão Suicida
Margot Robbie como Arlequina em Esquadrão Suicida (Divulgação/ Warner Bros.)

Mesmo quatro anos depois de lançado nos cinemas o filme Esquadrão Suicida, de David Ayer continua chamando a atenção não só do público, mas também de seu elenco, e Margot Robbie revelou que tem interesse na versão do diretor.

Em 2016, a Warner Bros decidiu passar a tesoura no filme que havia sido planejado pelo cineasta, considerando que ele estava sombrio demais, e não queria uma repercussão dúbia, como aconteceu com Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, que foi considerado complexo, e escuro, diferente do que o público estava acostumado ao ver filmes da Marvel por exemplo.

Depois que os fãs conseguiram fazer com que a WarnerMedia investisse na versão cortada de Liga da Justiça, de Zack Snyder, os mesmos demonstraram desejo de ver como seria o Esquadrão original, sem os cortes feitos pelo estúdio, que chamaram de Ayer Cut.

Durante uma recente aparição no podcast Happy Sad Confused, Margot Robbie, que interprou a Arlequina, confirmou que muitas filmagens não entraram no filme e que ela estaria interessada em ver como o Ayer Cut seria.

“Eu nunca vi o corte do filme feito por Ayer. Quer dizer, eu sei que rodamos um monte de coisas que não entraram no filme”, disse Robbie. “Eu também fico muito curiosa.”

Robbie não é a única estrela do Esquadrão Suicida que expressou interesse em ver uma chamada versão de Ayer do filme. Karen Fukuhara, que interpretou Katana no filme, disse no início deste ano que apoiava a ideia de ver mais Katana em geral – algo que um corte de Ayer provavelmente incluiria já que a personagem foi completamente esquecida na versão que foi para os cinemas.

Fukuhara também disse que inicialmente pensou que o corte de Ayer era uma coisa real que já aconteceu e ela simplesmente perdeu. “Eu também vi isso circular por aí e até postei um pôster de fã para isso”, disse a estrela de The Boys para a Radio Times. “Parecia muito legítimo, pensei que era real por um segundo e entrei no Google para ter certeza de que ainda não tinha sido lançado”, disparou.