A nova versão live-action de Lilo & Stitch consagrou-se como um dos maiores sucessos de bilheteria de 2025. O longa da Disney já arrecadou impressionantes US$ 910,3 milhões ao redor do mundo, garantindo seu lugar no TOP 3 das maiores bilheterias do ano — atrás apenas da animação chinesa Ne Zha 2 (US$ 1,9 bilhão) e de Um Filme Minecraft (US$ 953,6 milhões).

    Nos Estados Unidos, o filme acumulou US$ 386,7 milhões, enquanto no mercado internacional somou outros US$ 523,6 milhões. Entre os países com maior arrecadação fora dos EUA, o México lidera com US$ 64,2 milhões, seguido por Reino Unido (US$ 46,3M), França (US$ 37,1M), Brasil (US$ 34,5M) e Alemanha (US$ 29M).

    A estreia do longa já havia sido um indicativo de seu desempenho nas telonas. No final de semana estendido do Memorial Day, Lilo & Stitch alcançou a marca de US$ 183 milhões nos Estados Unidos — o maior lançamento da data na história do país, superando Top Gun: Maverick (US$ 160 milhões em quatro dias). A produção também registrou o segundo maior final de semana estendido da história dos EUA, ficando atrás apenas de Pantera Negra, que arrecadou US$ 242 milhões no feriado do Dia do Presidente.

    Com 71% de aprovação dos críticos no site Rotten Tomatoes, o longa segue em cartaz nos cinemas brasileiros e continua a impulsionar a bilheteria global da Disney em 2025.

    Diretor explica ausência de Gantu no live-action de Lilo & Stitch

    O live-action de Lilo & Stitch, atualmente em cartaz nos cinemas, trouxe uma série de mudanças em relação à animação original da Disney e uma das mais comentadas pelo público foi a ausência de Gantu, o vilão clássico da história.

    Segundo o diretor Dean Fleischer Camp, a decisão de retirar o personagem foi tomada para aprofundar emocionalmente a narrativa e dar mais destaque à relação entre as irmãs Lilo e Nani. Em entrevista ao Cinema Blend, o cineasta afirmou que, apesar de terem considerado incluir Gantu, o personagem não se encaixava bem no tom mais realista da nova versão.

    “Gantu foi uma daquelas coisas que simplesmente não funcionou tão bem em live-action. Exploramos um pouco, mas no fim tivemos que tomar a decisão”, explicou Camp.

    O diretor ainda reforçou que não se arrepende da escolha e destacou o foco nos laços familiares como prioridade da produção. “Eu mantenho essa decisão, porque sinto que, ao tentar tornar esses personagens mais realistas e contar uma história com um pouco mais de profundidade emocional, especialmente entre as irmãs, você precisa abrir espaço para permitir que isso aconteça”, completou.

    A ausência do antagonista não passou despercebida pelos fãs, mas a proposta do longa é justamente revisitar o clássico sob uma nova perspectiva, privilegiando o drama familiar em vez da ação.


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    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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