Sob o comando de James Gunn e Peter Safran, a DC Studios está dando forma a um novo universo cinematográfico com uma proposta bem diferente da concorrência. Em vez de exigir que o público acompanhe uma narrativa extensa e interligada em várias mídias, o novo DCU aposta em histórias independentes que coexistem em um mundo compartilhado, uma abordagem que Gunn compara mais a franquias como Game of Thrones e Star Wars do que ao modelo da Marvel.
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A primeira leva de lançamentos já mostra essa diversidade. Intitulado Capítulo Um: Deuses e Monstros, o DCU começou com Comando das Criaturas, uma série animada que reúne personagens excêntricos, como Doutor Fósforo e Frankenstein. Em seguida, chegou o filme Superman e, logo depois, a segunda temporada de Pacificador, ambos com ótimas avaliações da crítica. Entre os próximos lançamentos, estão o filme da Supergirl e a série dos Lanternas Verdes.

Em entrevista à Interview Magazine, Gunn explicou:
“Você fala sobre George R.R. Martin, e ele é realmente um dos caras que eu admiro e respeito muito. Sou um grande fã dele, e as pessoas dizem: ‘Ah, o DCU está fazendo o que o MCU faz’. Mas, para mim, é muito mais parecido com o mundo de Game of Thrones ou Star Wars, porque estamos construindo um universo e depois escolhendo pequenas partes dele para contar histórias individuais“.

Personagens como Rick Flag Sr. (Frank Grillo) e Guy Gardner (Nathan Fillion) já aparecem em mais de uma produção, criando uma teia de conexões sem comprometer a autonomia de cada história. Essa aposta em diferentes gêneros e estilos intensifica o objetivo da DC Studios de não depender de uma fórmula única ou de cenas pós-créditos que apenas serviriam para preparar o próximo filme.
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