I May Destroy You não é indicada a Globo de Ouro e revolta fãs

Michaela Coel
I may destroy you (Foto divulgação)

Michaela Coel, diretora e protagonista da série I May Destroy You é uma artista multitalentosa, que há muitos anos vem construindo seu nome na indústria britânica e chamando a atenção da mídia internacional.

Anteriormente com a hilária Chewing Gum, sua veia humorística ácida já chamava a atenção do público e conquistava fãs cativos ao redor do mundo.

Mesmo I May Destroy You tendo despertado o interesse de muita gente e ter sido elogiada pela crítica especializada este ano, a série ficou de fora da lista de indicação ao Globo de Ouro.

Este fato entristeceu não somente os fãs da série, mas muitos artistas que apoiam o trabalho de Coel.

Dylan O’ Brien, ator de Teen Wolf comentou o seguinte,

“O Globo de Ouro é ridículo. Não só I May Destroy You é absolutamente brilhante, como também deveria ser visto. Aparentemente, você pode estar MUITO à frente da humanidade, Michaela Coel, nós não te merecemos”.

Sherrilyn Fill, presidente do conselho americano de fundos para educação também comentou,

I May Destroy You é uma exploração cuidadosa, intrincada, inteligente e informada sobre o trauma do impacto da violência sexual. Um dos melhores programas que já vi. Michaela Coel, a escritora, co-diretora e produtora executiva, merece todas as flores. Que grande falta no Globo de Ouro

Lupita Nyong’o fez um post de apreciação para celebrar a vida e o trabalho de Michaela Coel, onde escreveu a seguinte legenda:

Lupita Nyong'o no Instagram
Lupita Nyong’o (Reprodução Instagram)

“Este é um post de agradecimento à Michaela Coel. ‘I May Destroy You’ pode não ter sido reconhecida com uma indicação ao Globo de Ouro ontem, mas isso não diminui o impacto do show nem um pouco. Michaela Coel sabe como contar sua história do jeito dela. ‘I May Destroy You’ se desdobra nesse impulso criativo, validando não apenas a história dela, mas também a de outros que virão. E ela foi amplamente reconhecida e celebrada por isso em ambos extremos da opinião pública.”


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