
O documentário Framing Britney Spears chegou ao catálogo da Globoplay no último sábado (20) e trouxe a princesa do Pop de volta aos holofotes.
O documentário levanta o debate sobre as leis de tutela da cantora, como também a vida delas nos últimos treze anos.
A tutela de Britney Spears está com seu pai, Jamie Spears, que tem poder legal para controlar a vida e as finanças da cantora.
O documentário também mostra diversos momentos da carreira da cantora que alcançou o auge aos 17 anos, como também o impacto da mídia sobre a vida de Spears, contatos com outros artistas e o movimento #FreeBritneySpears.
Framing Britney Spears também aborda assuntos hoje vistos como impensáveis pela mídia.
Uma dessas questões são repórteres questionando Britney, ainda adolescente, se ela virgem e outras perguntas íntimas.
A diretora Samantha Stark também aborda o quão lucrativo era falar de Britney Spears para a mídia. Inclusive são mostradas cenas da cantora sendo perseguida por paparazzi, como também reclamações dela sobre o assédio na época.
O documentário ainda relata a vida de Britney desde fevereiro de 2008, e é onde começa o ponto alto do documentário. Aos 39 anos, a estrela deve consultar seu pai até para comprar itens comuns como café.
Isso também inclui pedir autorizações para viajar, reunir com amigos na mansão, ver os filhos, dar entrevistas e até gravar músicas. Britney inclusive, é impedida legalmente de dirigir caso seu pai não esteja ao seu lado.

Há ainda uma entrevista com Felicia Culotta, assistente e amiga pessoal da artista desde o início da sua carreira, que era considerada praticamente uma dama de companhia.
Culotta relata como foi afastada de Britney quando ela passou a ficar sob tutela de seu pai.
E Adam Streisand, o advogado que ela contratou para defender seu caso em 2008, revela que o único pedido de Britney no caso era não ter seu pai como tutor. Porém, algo importante é deixado de lado, que foram os comentários da empresária Lou M. Taylor.
Taylor foi quem começou o movimento pela tutela de Britney e uma das que mais se beneficiou com isso. Por fim, o documentário defende o movimento #FreeBritney, criado pelos fãs para que ela tenha direito à liberdade novamente.
Ele mostra que não é uma teoria da conspiração e vai em defesa da Princesa do Pop. Reafirmando que Britney Spears teve seus direitos violados a mais tempo que o público imagina.

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