Clarice Falcão como Fefê em Eleita (Foto Divulgação Prime Video)
Clarice Falcão debochou da trama da série Eleita, produzida pelo Prime Video, que retrata a política brasileira. Segundo a atriz, os acontecimentos da produção se assemelham muito com a atual situação do Brasil.
A obra é criada por Clarice, 32 anos, que também é a protagonista, fazendo o papel da influencer digital Fefê.
Segundo a sinopse, a política no Rio de Janeiro não vai nada bem e em um cenário caótico e Fefê decide fazer uma brincadeira com os amigos e se candidatar a governadora.
Entretanto, a piada acaba fazendo mais sucesso do que ela esperava e sua candidatura faz sucesso com a população que decide elegê-la.
Agora, com uma grande responsabilidade em mãos, Fefê não faz ideia do que fazer com tanto poder sobre todo o estado do Rio.
Eleita foi lançada nesta sexta-feira (7), no streaming da Amazon e o elenco também conta com Luciana Paes, Polly Marinho, Diogo Vilela, Rafael Delgado, Bella Camero, Ingrid Guimarães, Cristina Pereira, Betty Gofman, Suely Franco e Noemia Oliveira.
“O último grande evento era o impeachment da Dilma. As coisas foram avançando e teve outra eleição depois. Falamos: ‘Cara, como a gente continua essa história?'”, relembra Célio Porto, também criador da produção.
“Parecia que éramos videntes. A gente tinha uma ideia e, de repente, acontecia. Falávamos: ‘Meu Deus, por que tivemos essa ideia? A culpa é nossa'”, declara Clarice.
“Teve um momento que a gente falou assim: ‘Vamos colocar o deputado Patati e Patatá, um deputado que era dois palhaços’. Depois, a gente descobriu que o criador se candidatou, então a gente teve que tirar”, completa.
Capa oficial da série Eleita, de Clarice Falcão (Foto Divulgação Prime Video)
Clarice Falcão declara que Eleita é uma reflexão sobre a política internacional
Clarice Falcão é cantora, atriz, compositora, humorista e diretora. Ela foi indicada ao prêmio Foi indicada ao Grammy Latino na categoria Artista Revelação em 2013.
Segundo a artista, a obra é uma forma de trazer reflexão sobre a política no Brasil e no Mundo. Mesmo sendo um conteúdo fictício, a trama retrata muito da realidade atual.
“Passamos por um momento da política que é praticamente uma comédia. A gente não falou nenhuma mentira. Estamos rindo de nós mesmos, porque o brasileiro tem essa facilidade de rir das coisas, levar as coisas mais alegres. É rir da própria desgraça. Mas que bom, vamos rir, é melhor do que chorar.”
“Aos poucos perdemos a corrida e as coisas ficaram bizarras. A gente sempre falava: ‘É uma comédia surreal’, ‘Adoro essa ideia, ela é muito surrealista’. Quando vimos, não era surrealista, estava acontecendo”, acrescenta Porto.
“Como se o roteirista da vida estivesse se inspirando na gente. Quanto mais específico e autêntico, as pessoas conseguem se identificar muito mais ao redor do mundo”, conclui.
Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]
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Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]