Diretora do Disney+ revela que a maioria dos assinantes do streaming não são crianças

(Montagem: Divulgação/Guilherme Moreira)

Diretora financeira da Walt Disney Company, Christine M. McCarthy, declarou no Dia do Investidor que os principais assinantes do streaming Disney+ são compostos por adolescentes e adultos.

“- Houve muitos comentários sobre o Disney+ ser destinado para crianças. Segundo nossos dados e pesquisas, a maioria dos nossos assinantes não tem crianças.”

A Walt Disney Company divulgou, inclusive, que o contrato de trabalho de Christine será prorrogado por um ano e meio.

Anteriormente, o contrato de McCarthy expirava em 30 de junho de 2021, mas agora segue até 31 de dezembro de 2022.

McCarthy trabalha na Disney desde 2000, atuando como CFO desde 2015, e agora supervisiona relações com investidores, estratégia corporativa, bem como os esforços de responsabilidade social da empresa.

Alguns usuários reagiram à informação de que o streaming têm seu maior público acima dos 16 anos:

Brasil lidera downloads

Segundo dados da AirnowData, o Brasil foi o país que mais baixou o aplicativo do Disney+ entre os meses de Novembro e Dezembro.

Foram mais de 3 milhões de downloads nos sistemas iOS e Android.

(Reprodução)

Streaming nº1 do mundo

A Netflix corre o risco de não ser mais o streaming nº1 do mundo! O Disney+ revelou que chegou a 86,8 milhões de assinantes em pouco mais de um ano.

Bob Chapek, CEO da Disney, disse que o número superou as expectativas até dos mais otimistas. A quantidade foi calculada até o dia 2 de dezembro de 2020, o que significa pouco mais de um ano em funcionamento.

A plataforma acreditava que só chegaria a esses números em 2023.

(Reprodução)

Para se ter uma ideia, a Netflix tem 195 milhões de assinantes no mundo todo, porém possui mais de 10 anos de história. Especialistas acreditam que o Disney+ irá ultrapassar a Netflix até o fim de 2022.

O Disney+ entrou no ar oficialmente dia 12 de dezembro de 2019.

Em fevereiro deste ano, já acumulava 28,6 milhões de contas registradas, mesmo restrita a poucos países. O Brasil teve acesso oficialmente ao conteúdo apenas em novembro deste ano.

Formado em Criação e Produção Audiovisual pelo CBM (Centro Universitário Barão de Mauá). Frequentador assíduo das salas de cinemas, é também colecionador há anos de filmes em DVD e Bluray. Atuou como produtor e editor do SBT e na redação de blogs e sites em geral. Atualmente, trabalha como redator do E-Pipoca.


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