Diretora de Mulher-Maravilha rebate afirmações sobre ‘guerra’ com a Warner Bros.

Patty Jenkins e Gal Gadot (Divulgação)
Patty Jenkins e Gal Gadot (Divulgação)

As últimas semanas têm sido bem polêmicas para a Mulher-Maravilha e a diretora Patty Jenkins, e não é só por conta da estreia do segundo filme da heroína.

Jenkins comentou sobre a trajetória da Mulher-Maravilha na Warner Bros., onde o estúdio queria apresentar uma Diana Prince bem mais violenta.

Isso se comprovou com uma foto não utilizada em Batman vs Superman onde vemos a heroína segurando algumas cabeças decepadas.

Quando Patty Jenkins foi contratada pela Warner Bros. para dirigir os filmes da Mulher-Maravilha, a diretora lutou para que a personagem da DC fosse vista de forma de diferente do que foi planejado a principio.

Tais declarações geraram diversas matérias dizendo que a diretora entrou em uma ‘guerra’ contra a Warner Bros., mas Jenkins foi ao Twitter esclarecer tudo.

“As versões deste artigo parecem estar em toda parte e não são verdadeiras. Não houve ‘guerra’ com a Warner Bros. Por causa [da Mulher Maravilha]. Estou falando de 10 anos de discussões com 10 executivos diferentes por meio deles. E [a] coisa toda era sobre outros projetos em outros estúdios”.

Ela acrescentou:

“Eu me senti extremamente apoiada em minha visão em ambos os filmes da [Warner Bros.], [Zack Snyder] todos os produtores e todos a bordo de nossa equipe. Foi um longo caminho até chegar lá. Vamos relaxar as manchetes dramáticas como ‘guerra'”.

O que Jenkins disse

Os comentários de Patty Jenkins vieram de uma conversa com o apresentador Marc Maron da WTF, com ela detalhando a difícil estrada para conseguir lançar Mulher-Maravilha de 2017.

Diretora disse:

“Eles queriam que eu andasse pelo set como mulher, mas era a história e a visão deles. E minhas ideias? Eles nem queriam ler meu roteiro. Havia tanta desconfiança em uma maneira diferente de fazer as coisas e em um ponto de vista diferente”.

“Então, isso estava definitivamente acontecendo, mesmo quando eu entrei para a Mulher-Maravilha, foi tipo, ‘Uhh, sim, ok, mas vamos fazer de outra forma’. Mas eu estava tipo, ‘As mulheres não querem ver isso.

“Ela sendo durona e cortando a cabeça das pessoas, não é isso – eu sou um fã da Mulher-Maravilha, não é isso que estamos procurando. Ainda assim, eu podia sentir aquele nervosismo instável [da parte deles] do meu ponto de vista”.

Formado em administração e psicologia. Fez curso de desenho com especialização em cartoons. Adora videogame, animações e filmes e séries de super heróis e monstros.


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