Diretora de Mulher-Maravilha 1984 revela qual cena era pra ter sido feita no primeiro filme

Gal Gadot como Mulher Maravilha
Gal Gadot como Mulher Maravilha (Reprodução)

Estreia no Brasil hoje (17 de dezembro), o filme Mulher-Maravilha 1984. O longa marca o retorno de Gal Gadot na pele da principal heroína dos filmes da DC.

A cineasta responsável pelo longa é Patty Jenkins, a mesma que deu tom ao sucesso do primeiro filme, que contou que uma sequência de cenas da nova jornada, na verdade era prevista para ter entrado no filme de 2017.

Ela participou de uma entrevista por meio de videochamada com o diretor Aaron Sorkin, e respondeu às perguntas dele sobre a criação do longa, e falou sobre algo que queria fazer e que não foi possível fazer no primeiro filme.

“Os Jogos Olímpicos do Amazonas são uma parte fundamental de sua história de origem. Tivemos que cortar do primeiro filme e não filmar. Simplesmente não havia espaço suficiente. Então foi algo que eu pensei, ‘Oh, poderíamos voltar lá e fazer algo que sempre quisemos fazer e usar isso como a história de configuração que eu quero contar’. E então acaba sendo uma longa série de tipo, ‘O que essas mulheres fariam? Eles lutariam? Não, eles não gostam de bater uns nos outros. Não é para isso que vivem’. Então, elas estão exibindo todas as diferentes habilidades. Então, simplesmente evolui de uma coisa para outra. E é tão trabalhoso e dura tanto tempo, Aaron, você não pode acreditar. Essa é a parte maluca. Você apenas gosta”

Questionada sobre o momento que descobriu que precisaria fazer um segundo filme para contar a história da princesa guerreira, ela disse que não foi algo que surgiu antes do primeiro longa ser rodado e sim quando ele estava em desenvolvimento.

Mas afirmou que isso só aconteceu, porque ela sentiu que era o caminhoi certo para fazer a transformação de Diana na grande figura que ela é nos quadrinhos.

“Não é como não tivessem problemas suficientes, mas estávamos no meio do primeiro. Porque você se pega vendo o que não é capaz de fazer. Eu amo a Mulher Maravilha e achei ela uma personagem muito legal. Ela realmente não é a Mulher Maravilha até o final do filme. E então me peguei dizendo, adoraria liberar essa personagem incrível [para fazer mais coisas]. Então, comecei com uma lista de coisas que eu queria experimentar”, disse.

Jenkins ainda disse que sua jornada com Gal e a e personagem ainda estão longe do fim. “Sim, eu simplesmente não terminei com ela. E havia coisas que eu queria ver e coisas que queria sentir. E então eu escrevi uma lista de todas essas coisas e a história começou a se formar em torno disso”.

Sorkin, que foi responsável pela série The West Wing, confessou que não entende absolutamente nada de efeitos especiais, e que a única coisa que ele tem entendimento é duplicar multidões, e perguntou como Patty consegue imaginar coisas que não existem, e fazê-las ficarem verossímeis no vídeo.

“Honestamente, o interessante é que é um passo após o outro. Não é como se você pudesse conceber isso. É uma série de perguntas”.

Comunicólogo balzaquiano, paulistano, e com experiência vasta nesse mundo virtual. Adorador de séries, filmes, quadrinhos, e tudo o que envolve a cultura pop.


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