Parker Finn, diretor do novo Sorria, acha que muitos filmes esquecem o que é que faz um filme de terror realmente assustador.

Responsável pelo que está sendo considerado um dos melhores filmes do gênero do ano, o cineasta afirmou em conversa com o Joblo que os sustos não são a parte mais importante de um terror, mas a tensão que os antecede:
“Eu amo terror, tem filmes que me dão ansiedade e estresse e me deixam com as palmas das mãos suando, eu amo esse tipo de filmes e são essas as histórias que eu quero contar”
Embora obviamente seja uma das coisas que trazem os espectadores de volta para os filmes, Parker admitiu que para ele, é necessário que haja um protagonista que convença, caso contrário, ele não consegue se importar com a trama:
“Momentos bem assustadores, mas no fim sempre voltando para um personagem que tenha uma história envolvente, sabe? Eu acho que, para mim pelo menos, eu acho difícil me assustar ou me envolver em um filme de terror a não ser que eu esteja realmente envolvido com o personagem.”
Filme foi feito para ser reassistido várias vezes, diz diretor

Parker também comentou sobre as pistas que o filme deixa sobre o desfecho e sobre a revelação da entidade responsável pela maldição. Essas são coisas que uma pessoa só vai conseguir ver revendo o filme, que é algo que ele acha importante em filmes e queria dar isso aos espectadores. disse:
“Você quer sempre que o espectador tenha uma ótima primeira experiência assistindo ao filme, mas o que eu amo de verdade em filmes é quando você quer reassistir, e começa a pegar coisas que você não tinha na primeira vez. Às vezes as coisas estão na frente da nossa cara mas você não sabe de tudo então você não entende.
Manter o ritmo do filme também era essencial para o diretor, que disse que não queria pegar leve com a violência, mas não queria exagerar no uso dela. Usar violência demais dessensibiliza quem está assistindo e torna as mortes dos personagens menos impactantes, afirmou ele:
“Eu queria me certificar de que a violência no filme, tem muito dela, mas eu queria que ela ficasse esparsa na história, eu queria garantir que cada um deles fosse impactante, que criasse aquela sensação estranha e desconfortável.”
Confira a entrevista completa (em inglês) a seguir:
Sorria está em cartaz em cinemas por todo o Brasil. O filme também já pode ser alugado através do Prime Video.
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