Harry Potter e a Pedra Filosofal vai comemorar aniversário de 20 anos, e o diretor Chris Columbus, revelou um fato inédito. Robin Williams já esteve interessado em participar da série de filmes.
O cineasta que esteve à frente de dois dos oito filmes da franquia contou essas e outras curiosidades num bate papo com a revista Total Fim.
Infelizmente, o ator não tinha chance, pois a franquia tinha uma regra em particular para assegurar a autenticidade das produções: apenas atores britânicos eram permitidos participar dos filmes.
“O objetivo era esse. Sem atores americanos neste filme“, disse Columbus, que, ironicamente, é americano.
Robin conversou com Chris, e contou na época que queria muito interpretar Remus Lupin, que acabaria nas mãos do ator inglês David Thewlis.
“Eu tive uma conversa com o Robin Williams uma vez, e ele queria fazer o papel do Lupin. Foi difícil demais para eu falar para ele: ‘São só britânicos. Não tem absolutamente nada que eu possa fazer’.”
O primeiro filme da saga do bruxinho mais famoso do mundo mostra Harry entrando no desconhecido mundo da magia junto com seus espectadores.
O filme foi lançado em 16 de novembro de 2001 com um orçamento de US$ 125 milhões, e obteve um lucro total de bilheteria de US$ 1 bilhão.
O filme também foi um sucesso de crítica, obtendo uma média de 81% nas reviews oficiais e 82% das avaliações do público no Rotten Tomatoes.
Robin Williams era um ator consagrado

Robin Williams era um ícone do cinema e da televisão. Ele era famoso por suas icônicas interpretações em filmes como Sociedade dos Poetas Mortos, Patch Adams: O Amor é Contagioso, Uma Babá Quase Perfeita e A Gaiola das Loucas.
Durante sua carreira, ele foi vencedor de um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, seis Globos de Ouro e cinco Grammys.
O ator foi diagnosticado com Mal de Parkinson próximo ao fim de sua vida. Mais tarde, descobriu-se que na verdade se tratava de um subtipo de demência chamada Demência com Corpos de Lewy, que tinha sintomas que incluíam excessivo medo, ansiedade, estresse e insônia, e causava perda de memória e paranoia.
Incapaz de lidar com sua doença, segundo depoimentos de sua esposa Susan Schneider Williams, “o terrorista no cérebro” do marido dela acabou vencendo, e em 11 de agosto de 2014, o ator decidiu tirar a própria vida em sua casa em Paradise City, Califórnia. As cinzas do ator foram espalhadas na Baía de São Francisco.
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