Madame Teia foi um fracasso de bilheteria e duramente criticado por fãs e críticos, tornando-se mais um tropeço da tentativa da Sony Pictures de criar um universo do Homem-Aranha sem o herói.

    Dakota Johnson, protagonista do filme, comentou que muitas decisões criativas foram tomadas por pessoas sem visão artística, o que prejudicou o resultado final. Segundo ela, o projeto mudou bastante durante a produção e acabou saindo do controle, algo comum em grandes produções que nem sempre funcionam.

    Não foi minha culpa. Hoje em dia, acontece algo em que muitas decisões criativas são tomadas por comitês — ou por pessoas que não têm um pingo de criatividade. E é muito difícil fazer arte desse jeito. Ou fazer algo divertido assim“, disse Johnson à People Magazine.

    Ela acrescentou: “E acho que, infelizmente, com Madame Teia, começou como uma coisa e acabou virando outra. E eu meio que fui levada junto na jornada naquele momento. Mas isso acontece. Filmes de grande orçamento fracassam o tempo todo“.

    CEO da Sony Pictures explica fracasso de Madame Teia

    Dakota Johnson, Isabela Merced, e Celeste O'Connor em Madame Teia (Reprodução)
    Dakota Johnson, Isabela Merced, e Celeste O’Connor em Madame Teia (Reprodução)

    Em entrevista à Variety, o CEO da Sony Pictures, Tony Vinciquerra, atribuiu esse fracasso principalmente à crítica negativa da imprensa, dizendo que Madame Teia não é um filme ruim e que teve bom desempenho no streaming, mas foi “crucificado” pelos críticos. Ele comparou com Venom, que também foi criticado, mas agradou ao público.

    Vinciquerra reconheceu que a recepção negativa pode forçar a Sony a repensar sua abordagem nos filmes do universo do Homem-Aranha. Além disso, o público também criticou esses filmes por problemas como roteiro e atuação. Ele ressaltou ainda que muita gente hoje prefere esperar o lançamento no streaming e que a influência da mídia e de influenciadores afeta diretamente o sucesso de um filme.

    Madame Teia está disponível na Max. Após sobreviver a um acidente, a paramédica Cassandra Webb descobre que tem poderes de clarividência. Enquanto enfrenta segredos do passado, ela precisa proteger três jovens com futuros importantes.


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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