Críticos compartilham suas avaliação de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

As primeiras avaliações de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis já foram divulgadas pelos críticos.

O filme estreia no dia 3 de setembro, mas na semana passada aconteceu o evento de lançamento do filme, que contou coma presença de críticos, estrelas e executivos da Marvel e da Disney.

No geral os críticos elogiaram o épico de artes marciais por atingir uma ação nunca vista antes, e bem como por Simu Liu abraçar seu personagem. No Rotten Tomatoes conseguiu 93% de aprovação.

A crítica feito pelo ComicBook diz que “o diretor Destin Daniel Cretton embala Shang-Chi com sabedoria, ação e entusiasmo que certamente emocionarão os fãs que estão aqui para ver o primeiro filme de artes marciais da Marvel. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é uma das melhores histórias de origem do Universo Cinematográfico Marvel até hoje, repleta de ação incrivelmente coreografada, risos inesperados e muito coração”.

Para o USA Today, Liu é “simplesmente uma alegria de assistir. Ele é o novato mais significativo e contagiante do MCU desde o falecido Chadwick Boseman [Pantera Negra] com o mesmo apelo da franquia de Chris Evans [Capitão América]”.

O The Los Angeles Times disse que a adição de Tony Leung ao MCU “fornece um ponto de entrada cativante na história da origem de um herói que tenta, com algum sucesso, superar os negócios de sempre da Marvel. Acrescentando: “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é mais agradável quando se livra dos enfadonhos imperativos da franquia e abre seu próprio caminho. Os destaques mais recentes do filme incluem a atuação de Michelle Yeoh como Ying Nan, uma figura mentora de Shang-Chi e Xialing [Meng’er Zhang], que distribui pérolas de sabedoria com o equilíbrio habitual e oferece um contrapeso quente para o frio taciturno de Leung”.

Mas nem tudo são elogios, Jake Cole da Slant Magazine chamou Shang-Chi de “um fracasso”. E continuou: “Mesmo a coreografia mais fundamentada está claramente sendo auxiliada por efeitos de computador, e os close-ups cortados da ação reduzem consistentemente os personagens em um borrão. Como de costume para o MCU, o ato final se transforma em um nonsense visual alto e caótico, com o cálculo edipiano entre Shang-Chi e Wenwu [Leung] dando lugar a uma conflagração incompreensível de bestas mágicas e guerras em larga escala que apenas enfatiza ainda a falta de interesse que o filme tem em seu drama humano ostensivamente sondador”.

Rodrigo Perez, do The Playlist, comentou: “Um mundo de misticismo asiático, com dragões, demônios e criaturas – pense em filmes asiáticos de Wuxia como House of Flying Daggers encontra Raya, O Último Dragão – que parece único para o que já vimos no lado místico do MCU”.

Jacob Oller, da Paste Magazine, comentou: “Shang-Chi é tão sem graça e longo quanto seu título. Shang-Chi não consegue nem manter suas lutas livres do estilo MCU. Sua batalha final é vítima da mesma colisão entre ambição e tradição que arrasta sua narrativa. Enquanto Shang-Chi se esforça para ser único, expressivo e até mesmo impressionante design grotesco para suas criaturas, armaduras e armas, é tudo borrado em uma lama digital sob o ataque do mesmo tipo de criaturas voadoras mal definidas que parecem atormentar todos os filmes no MCU. Esse clímax não só não faz muito sentido visual, preenchendo o quadro com uma bobagem que provavelmente parecia ótima como arte conceitual, mas é tão frustrantemente genérico quanto seu herói matador treinado”.

Já Laura Sirikul da Empire Magazine disse que Shang-Chi tem “alguns problemas de ritmo, mas dá um passo extremamente divertido na direção certa para a representação asiática com momentos engraçados e cativantes em meio a sequências de ação lindamente coreografadas. Shang-Chi é excelente como uma história sobre família e como ela pode ser distorcida pela dor… Simu Liu, Awkwafina e Tony Leung dão vida a personagens multifacetados”.

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