O final da primeira temporada da série The Last of Us seguiu o jogo, mostrando que o procedimento de criar a cura para infecção do Cordyceps seria fatal para Ellie. Joel, então, matou os Vagalumes e fugiu com ela, dizendo que a cura não daria certo.

    Mas e se Joel não tivesse salvado a garota e os Vagalumes continuassem suas experiências, será que a vacina funcionaria? A dúvida sempre dividiu os fãs. Apesar das dúvidas sobre a ciência por trás disso, o criador Neil Druckmann afirmou ter uma opinião clara sobre se a cura seria possível.

    De acordo com o site Dexerto, Druckmann declarou que se os Vagalumes seguissem com o procedimento, a cura teria funcionado. Apesar da ciência por trás ser questionável, a intenção dos criadores sempre foi que a cura fosse possível, o que torna ainda mais complexo o dilema moral da decisão de Joel no final.

    Os Vaga-lumes poderiam fazer uma cura? Nossa intenção era que, sim, eles poderiam. Agora, nossa ciência é um pouco frágil, e as pessoas estão questionando isso? Sim, era um pouco frágil e agora estão questionando. Não posso dizer mais nada. Tudo o que posso dizer é que nossa intenção era que eles conseguissem fazer uma cura. Isso torna a decisão do Joel uma questão filosófica ainda mais interessante”.

    Pedro Pascal como Joel e Bella Ramsey como Ellie em The Last of Us (Reprodução / Max)
    Pedro Pascal como Joel e Bella Ramsey como Ellie em The Last of Us (Reprodução / Max)

    Na série, Marlene diz que Ellie tem um “mensageiro químico” que faz o fungo acreditar que ela já está infectada, o que a torna imune. O plano do médico era remover esse mensageiro, reproduzi-lo em laboratório e distribuí-lo como possível cura.

    A decisão de Joel, que já foi debatida pelos criadores de The Last of Us, vem do tradicional dilema do bonde. Nele, um bonde desgovernado está prestes a atropelar cinco pessoas. Você pode puxar uma alavanca e desviar o bonde, salvando as cinco, mas causando a morte de uma pessoa em outro trilho.

    Ele é muito debatido por se aplicar a decisões difíceis na vida real, como ética em inteligência artificial, medicina e situações de emergência.


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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