Conhecido por dirigir filmes marcantes de Hollywood, Christopher Nolan revelou que nunca teve e-mail e evita usar smartphones. Em entrevista recente ao programa 60 Minutes, o cineasta explicou que prefere manter distância da tecnologia e seguir uma rotina mais próxima da era pré-digital.
Me sinto muito sortudo por não usar essas algemas digitais.
destacou.
Além disso, o diretor de Oppenheimer, que levou sete estatuetas no Oscar 2024, e Interestelar, considerado um dos clássicos do cinema, afirmou que o avanço dos QR Codes e das ferramentas digitais tornou mais difícil manter esse estilo de vida atualmente, embora continue utilizando apenas um celular flip em viagens.
Christopher Nolan diz que nunca viu utilidade no e-mail
Durante a entrevista, o cineasta contou que jamais se interessou pelo uso de e-mails como principal forma de comunicação. Segundo ele, mesmo trabalhando em grandes produções do cinema mundial, sempre encontrou outras maneiras de lidar com informações profissionais.
“Não. Nunca usei [e-mail]. Recebo muitos e-mails impressos, quando as pessoas dizem: ‘Você precisa ver isso’”, explicou o diretor.
Christopher ainda destacou que nunca enxergou necessidade nesse formato de contato. “[…] nunca tive muito interesse nisso como forma de comunicação”, completou. O que destaca sua escolha de viver mais afastado das tecnologias atuais.
➡️ Confira a entrevista para o programa 60 Minutes
Christopher Nolan admits he’s never used email or owned a smartphone. pic.twitter.com/wHC3AZKTGT
— 60 Minutes (@60Minutes) May 20, 2026
Diretor afirma que QR Codes dificultam rotina offline
Além da ausência de e-mail, Christopher revelou que também evita utilizar smartphones no cotidiano. Apesar disso, ele admitiu que o crescimento das ferramentas digitais complicou a vida de quem tenta permanecer desconectado.
“Está ficando cada vez mais difícil. A volta do QR Code complicou bastante as coisas. Ele tinha meio que desaparecido, mas a Covid trouxe de volta. Agora está em todo lugar”, comentou.
Mesmo assim, Nolan reforçou que sua decisão não representa uma rejeição à tecnologia moderna. “Só continuo vivendo da forma como todos nós vivíamos antes. Para mim, é apenas a vida normal”, refletiu durante a conversa.
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