Em meio ao aumento de remakes e continuações no catálogo da Disney, o CEO Bob Iger garantiu que o estúdio segue equilibrando nostalgia e inovação. Em entrevista à Variety, Iger afirmou que a empresa não estabelece preferência entre reviver clássicos e investir em histórias inéditas.

“Seguimos comprometidos em desenvolver novas propriedades intelectuais”, afirmou. “Isso é extremamente valioso para o futuro da companhia. Mas também reconhecemos o poder duradouro de nossos clássicos e o potencial de transformá-los, como estamos fazendo com Moana em live-action, previsto para 2026.”
A fala vem num momento em que a Disney e suas subsidiárias, incluindo Pixar e Marvel ampliam a produção de sequências, prequelas e versões live-action de animações icônicas. Segundo Iger, o foco maior está na qualidade do conteúdo, e não em seu formato.
“Não se trata de escolher entre uma coisa ou outra”, explicou. “Nossa verdadeira prioridade é lançar filmes impactantes, que conquistem o público.”
Disney+ vem perdendo assinantes

A magia da Disney parece não estar mais encantando tanto assim. De acordo com uma reportagem do site The Wrap, o Disney+ teria registrado uma perda significativa de cerca de 700 mil assinantes apenas no primeiro trimestre de 2025. O número acende um alerta vermelho para a gigante do entretenimento, que apostou alto na expansão de suas maiores franquias: Marvel, Star Wars e Pixar na plataforma de streaming.
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