Atriz de Stranger Things declara que não existiria se Uma Thurman não tivesse abortado

A atriz de 23 anos é filha do casal de atores Ethan Hawke e Uma Thurman

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Em meio a discussão sobre a legalização do aborto nos Estados Unidos, a estrela de Stranger Things, Maya Hawke, declarou que não existiria se sua mãe, a atriz Uma Thurman, não tivesse optado pelo aborto quando teve uma na adolescência.

A decisão da Suprema Corte quer derrubar o direito de acesso ao aborto legal no país e tem sido um dos assuntos mais falados do momento. A atriz de 23 anos, que faz o papel de Robin Buckley, falou sobre o assunto durante sua participação no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, na última quinta-feira (30).

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“Liguei para minha mãe para pedir conselhos sobre vir falar com você hoje. Acabamos de falar sobre a decisão da Suprema Corte e este ensaio que minha mãe escreveu alguns meses atrás, quando eles estavam colocando mais restrições ao acesso ao aborto, meio que precedendo tudo isso”, contou.

Maya, que é filha do casal de atores Ethan Hawke e Uma Thurman, acrescentou:

“Minha mãe escreveu este lindo ensaio sobre o aborto que ela fez quando era muito jovem e sobre o fato que se ela não tivesse feito isso, ela não teria se tornado a pessoa que ela se tornou, e eu não existiria. A vida de ambos os meus pais teria sido prejudicada se ela não tivesse acesso a cuidados de saúde seguros e legais – cuidados de saúde fundamentais”, declarou a atriz.

Uma Thurman em Kill Bill (Reprodução)

Uma Thurman revelou no ano passado sobre um aborto que fez; relembre

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Em artigo publicado no The Washington Post, a atriz contou mais detalhes sobre o aborto que realizou e o chamou de “meu segredo mais sombrio”.

“O aborto que fiz na adolescência foi a decisão mais difícil da minha vida, me causou angústia na época e me entristece até hoje, mas foi o caminho para uma vida repleta de alegria e amor que experimentei”, confessou a atriz.

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Durante  o programa, Maya declarou também que em sua opinião, “as pessoas mais ricas sempre possam fazer abortos e que a decisão da Suprema Corte afetaria a vida de outras pessoas que não apenas não serão capazes de perseguir seus sonhos, mas também perderão suas vidas. Eu só queria dizer, f*da-se a Suprema Corte. Mas vamos continuar lutando e vamos vencer, como nossas avós fizeram”. concluiu.

Com a decisão, cada estado poderá escolher se legaliza ou proíbe o aborto, assunto que divide opiniões e tem gerado vários discursos no país.

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