Estrela de A Barraca do Beijo revela bullying por ficar careca em filme

Joey King contou da experiência quando ficou careca

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Joey King, a estrela do filme A Barraca do Beijo, contou sobre o bullying que sofreu depois de raspar os cabelos para atuar em três trabalhos na indústria.

A atriz de 22 anos ficou totalmente careca para atuar nos filmes Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), Lições em Família (2014) e na série The Act (2019).

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Joey King na série The Act (Foto Reprodução Instagram)

Em entrevista à revista Allure, Joe relembrou que as pessoas tiveram preconceito ao vê-la sem cabelos, mas confessou que não se arrepende e rasparia novamente se fosse preciso.

“Eu com certeza rasparia outra vez. Acho que toda mulher deveria raspar pelo menos uma vez na vida. Nunca me senti mais livre ou mais à vontade com a minha beleza. Deixei de me esconder atrás dos meus cabelos”, declarou.

“Muita gente fez piada comigo quando tive os cabelos raspados. Muita gente disse muita maldade. Mas a verdade é que quando o meu cabelo está curtinho me sinto ainda mais confiante. Me sinto poderosa”, completou Joey.

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Segundo a estrela, os ataques que ela sofreu não a atingiram, mas a fizeram refletir em como as pessoas se intrometem nas vidas umas das outras: “Eu raspar os cabelos a trabalho realmente te incomoda tanto assim? Está tudo ótimo para mim”, concluiu.

O trabalho mais recente de Joey King é no filme Trem-Bala, estrelado por Brad Pitt, que estreia nos cinemas nesta semana.

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Trem-Bala é um filme verdadeiramente importante, do qual não posso acreditar que fiz parte. Eu tenho atuado há muito tempo, mas tive um momento de pensar: ‘Uau, isso é insano. Estou em um filme de ação dirigido por David Leitch, com Brad Pitt’. Brad está absolutamente histérico neste filme”, declarou.

Joey King em A Barraca do Beijo 2
Joey King em A Barraca do Beijo 2 (Reprodução)

Atriz fala do desafio para viver personagem em The Act

Um dos seus papéis para o qual precisou ficar careca foi na série The Act e, durante outra entrevista ao TV Guide, King falou mais sobre sua personagem Gypsy Rose Blanchard, uma garota frágil tentando escapar da sua mãe protetora, que acaba sendo tóxica, Dee Dee (Arquette).

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“Foi muito intenso, eu nunca interpretei um personagem em que tive que me transformar tanto. Entrar nessa cabeça foi terrível. Eu não sou uma atriz que usa o método, então nunca fiquei muito tempo dentro da personagem, mas é terrível ir para alguns lugares da sua mente e se colocar no lugar daquela pessoa. Mentalmente é bem doloroso”, declarou.

A história das personagens foi tema do documentário Mamãe Morta e Querida, lançado pela HBO em 2017.

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