Doutor Estranho 2 | Arte de fã imagina Capitã Carter em live-action

Personagem foi apresentada na série animada What If...? e, supostamente, aparecerá no novo filme do herói

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Foi divulgado recentemente um novo pôster de fã que reimagina a atriz Hayley Atwell como a Capitã Carter em versão live-action em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.

A atriz estreou no Universo Cinematográfico da Marvel como a Agente Peggy Carter em Capitão América: O Primeiro Vingador, de 2011, quando Steve Rogers recebeu o soro do Super Soldado e se tornou o Capitão América.

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No episódio piloto de What If…?, Peggy recebe o Soro do Super Soldado em vez de Steve Rogers e, com isso, se torna a Capitã Carter.

Posteriormente, ela reaparece liderando os Guardiões do Multiverso em uma batalha contra Ultron, que ocorre nos episódios finais da primeira temporada da série animada.

Depois que a série se tornou canônica no Universo Cinematográfico da Marvel, muitos fãs passaram a acreditar que os eventos ocorridos nela se vincularão aos filmes em live-action.

A divulgação do próprio Doutor Estranho 2 insinuou que a personagem apareceria no filme, quando incluiu seu escudo em alguns dos pôsteres já lançados.

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Agora, a empresa AGT Design utilizou sua conta no Instagram para compartilhar a arte não oficial que imagina a Capitã Carter ao lado do Doutor Estranho no filme, como você pode ver abaixo:

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Benedict Cumberbatch diz que foi um desafio divertido interpretar as variantes do Doutor Estranho

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O ator revelou, em entrevista ao The Hollywood Reporter, que precisou se preocupar em deixar claro para o público que as variantes possuíam diferenças causadas pelo resultado de suas próprias escolhas, circunstâncias e ambiente, explicando que essas situações foram divertidas de explorar nas filmagens.

“Eu acho que é [o] mesmo – igual, mas diferente. Você precisa obter uma correlação para saber que está assistindo a uma iteração que, basicamente, talvez por meio de escolhas ou circunstâncias e ambiente, teve um resultado diferente.”, disse ele.

“Mas é um bom tipo de loop que alimenta a autodescoberta e a autoterapia para o personagem que conhecemos do nosso universo, sobre como ele melhora suas escolhas ou a situação. Então é uma coisa divertida de explorar. É um dos paradoxos que uma narrativa multiversal irá apresentar, e eu estava animado com esse desafio.”

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