Foram divulgadas as primeiras imagens oficiais da versão de Pinóquio produzida pelo diretor Guillermo Del Toro, toda feita com a tecnologia stop-motion.

    O cineasta conversou com a revista Vanity Fair e discutiu seu ponto de vista para a clássica história do boneco de madeira que quer se tornar um menino de carne e osso, e mostrou alguns momentos do filme, que são evocativas da mesma estética de produções de Tim Burton. Confira:

    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Cena de Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Guillermo Del Toro e Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)
    Guillermo Del Toro e Pinóquio (Reprodução/Vanity Fair)

    O diretor contou durante a conversa com a revista que enxergava muitas semelhanças entre o personagem dos contos de fadas de Carlo Collodi e Frankenstein, de Mary Shelley.

    Segundo ele, ambos são criados e jogados no mundo para descobrirem como ele funciona por conta própria:

    “Eu sempre fiquei muito intrigado com as conexões entre as histórias de Pinóquio e Frankenstein. Eles são crianças que são jogadas no mundo. Os dois são criados por um pai que espera que eles entendam sozinho o que é bom e o que é ruim, ética, morais, amor, vida, e essenciais. Eu acho que aquilo é para mim, a infância. Você tinha que entender tudo com uma experiência bem limitada.”

    Guillermo também comentou como ele queria levar uma abordagem diferente para a história, já que ele discorda de um dos pontos principais do conto de fadas, que é a ideia de que é necessário para Pinóquio se transformar em uma pessoa de carne e osso para poder ser considerado uma criança.

    Para o diretor, se um ser vivo se considera uma pessoa, isso já seria o suficiente para que ela devesse ser tratada e amada como tal:

    “Para mim era essencial ir contra a ideia de que você tem que virar uma criança de carne e osso para ser um ser humano de verdade. Tudo o que você precisa para ser humano de verdade é se comportar como um, entende? Eu nunca acreditei nessa coisa de que a transformação é obrigatória para merecer amor.”

    Ainda não há previsão exata para o lançamento da versão de Pinóquio de Del Toro, que tem previsão de estreia no final deste ano. A versão live-action do filme estreia em setembro no Disney+.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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