Bolinha (David Dastmalchia) em O Esquadrão Suicida (Divulgação / DC)
    Bolinha (David Dastmalchia) em O Esquadrão Suicida (Divulgação / DC)

    David Dastmalchian, o Bolinha de O Esquadrão Suicida, discutiu sobre seus estranho poderes e seu traje.

    É inegável que a Força Tarefa X montada por James Gunn em seu filme é uma das mais bizarras.

    Mas enquanto todos os personagens são loucos à sua própria maneira, nenhum é tão estranho quanto o vilão de segunda classe do Batman, Abner Krill / Bolinha, que transforma as bolinhas do macacão em armas para lutar.

    Suas habilidades de batalha não foram exibidas em seu total potencial até o momento nos vídeo de O Esquadrão Suicida, deixando muitos se perguntando como o filme abordaria os superpoderes peculiares do Bolinha.

    Em uma conversa durante a visita da Screen Rant aos sets de O Esquadrão Suicida, David Dastmalchian revelou que vê os poderes do Bolinha como uma força e uma fraqueza.

    A maneira como seu corpo fica fora de controle e desenvolve um surto de bolinhas é algo que realmente embaraça e fere Abner.

    E inspirar-se nessa dor e vergonha é o que ajuda Dastmalchian a encarnar o personagem perfeitamente.

    O ator disse que, como Abner, ele tenta encontrar uma maneira de transformar sua maldição em uma bênção, e é assim que consegue fazer uso de suas estranhas capacidades. Dastmalchian explicou:

    “As habilidades que meu personagem possui podem ser vistas de duas maneiras, seja como uma habilidade ou como uma deficiência, como algo que pode causar uma quantidade terrível de dor e constrangimento. Então, construindo e desenvolvendo um personagem que … eu imediatamente achei como uma conexão semelhante com Abner, era esse senso de como isso iria me pesar. Como a dor pode fazer com que o corpo de uma pessoa meio que venha para dentro, e como a vergonha pode fazer com que o corpo de uma pessoa desça. Então foi para dentro e para baixo [e] foi como encontrar toda a minha fisicalidade para Abner. E a voz cresce a partir disso. Então, quando começo a pensar em como construir o personagem, penso em como sua voz funcionaria, e penso em como todos esses mecanismos aconteceram”.

    “E então, como você viu com os pontos, e a maneira como, quando podem sair do controle, podem ser literalmente como, quase como feridas no meu corpo. É realmente muito doloroso. Isso ajudou a definir como eu iria me mover, lutar e sentar e fazer todas as coisas que farei no filme. E então, novamente, como uma deficiência ou algo que você considera que o deixa envergonhado, ou que o magoa, encontrar uma maneira de de repente fazer algo com isso que seja mais do que apenas sofrer. Talvez até pudesse ter um propósito. Então, isso muda a maneira como você se move, a maneira como se senta, a maneira como fala”.

    Bolinha (David Dastmalchian) em O Esquadrão Suicida (Reprodução / DC)
    Bolinha (David Dastmalchian) em O Esquadrão Suicida (Reprodução / DC)

    E quanto ao seu traje, ajuda Abner a se concentrar em seus pontos fortes ao invés de suas deficiências, já que ele é capaz de usar como arma todos os seus constituintes para derrotar seus inimigos. Dastmalchian comentou:

    “Eu diria que é um mecanismo de foco com certeza. Contenção, não. Focalizando, com certeza. E elementos, elementos do traje, que serão divertidos de descobrir, porque é uma revelação de trama bacana, são armados de uma forma muito legal. Sim”.

    O Esquadrão Suicida chega nos cinemas e na HBO Max em 6 de agosto de 2021.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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