Sansa Stark (Sophie Turner) em Game of Thrones (Reprodução)
    Sansa Stark (Sophie Turner) em Game of Thrones (Reprodução)

    Vikings e Game of Thrones são duas grandes séries de fantasia medievais e cada uma tem sua importância para seus fãs. Este texto, no entanto, explica por que Game of Thrones conseguiu ser superior.

    Mais Perspectivas de Personagem

    Uma área em que Game of Thrones se destaca bem é em contar histórias que são vastas e épicas. Isso se consegue graças às várias narrativas de distintos personagens que os livros e a série seguem bem do início ao fim.

    É justamente com essa grande variedade de perspectivas que o público consegue viajar em traços da cultura, da construção do mundo e dos enredos de cada personagem sob seus respectivos pontos de vista.

    Embora Vikings também conte a história sob perspectivas múltiplas, ela gasta muito tempo oscilando entre os acontecimentos de Ragnar – e depois dos seus filhos – com poucas mudanças que vão para Wessex e outros reinos da Grã-Bretanha.

    Religião

    Vikings consegue trazer ao público uma história envolvente quando se refere às tensões de povos cristãos e não cristãos, no entanto, não ficam tão claros os detalhes em relação a outros pontos de vista.

    Já Game of Thrones consegue combinar história com fantasia de uma forma inteligente ao introduzir diversas religiões conhecidas na história humana. Aparecem elementos como a Fé dos Sete, sendo semelhante ao cristianismo, ou os Deuses Antigos, o Deus Afogado do Ironborn (que é baseado na mitologia viking) e, por fim, o Senhor da Luz, que se assemelha ao monoteísmo.

    Elementos de fantasia imaginativa

    Uma característica chave que prende o público a Game of Thrones são justamente seus elementos de fantasia.

    Com tantas criaturas e histórias maravilhosas de poderes místicos, a série faz o público realmente viajar como se estivesse lendo um livros de fantasia épico, mesmo que tenha um tom mais obscuro.

    Os dragões e os Andarilhos Brancos completamente assustadores são elementos que conseguem fornecer a fonte da maior parte da ação e da emoção da série.

    Sean Ben como Ned Stark em Game of Thrones (Divulgação / HBO)
    Sean Ben como Ned Stark em Game of Thrones (Divulgação / HBO)

    Efeitos especiais

    Sem se preocupar tanto com o realismo, Game of Thrones deixa o público deslumbrado com os efeitos especiais épicos e detalhados, com sua explosão de dragões e zumbis de gelo.

    Desde a enorme parede sendo derrubada pelo dragão cuspindo fogo azul até o luminoso Wildfire incendiando os navios de Blackwater Bay, não faltam visuais inspiradores para assistir, tornando a experiência ainda mais divertida e completamente cinematográfica.

    Esses são exatamente os elementos chave que torna a série tão cativante para seu público, algo que Vikings não se importou em entregar.

    Autor

    • Sergio Scarpa

      Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]


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    Formado em Psicologia pela UNICEP, além de Técnico em Administração pela Industrial e cursando Redação Jornalística no SENAC. Comecei na redação em sites em 2018 e escrevo no E-Pipoca desde 2020. Escrevo sobre filmes, séries e animações, como também críticas e cobertura de novelas. Com um amor especial por monstros, super-heróis, desenhos animados e jogos. Contato: [email protected]

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