
The Crown é um drama histórico que se tornou fortemente popular, mas isso não significa que seja tão historicamente preciso.
A série cometeu alguns erros ao contar a história do Príncipe Phillip, marido da rainha Elizabeth, falecido em 9 abril de 2021 aos 99 anos de idade; veja quais foram:
Os pais de Phillip não o culparam pela morte de sua irmã
O passado de Phillip é um monstro que o assombra ao longo da série. Na vida real, ele foi exilado de sua terra e, além disso, perdeu sua irmã em um acidente e sua mãe para uma doença mental.
A perda da irmã, entretanto, foi um fato extremamente difícil que mostrou ter criado um abismo entre o príncipe e seu pai.
Na série, o pai de Phillipe o repreendeu verbalmente e o culpou pela morte da irmã durante o seu cortejo fúnebre, mas, na vida real isso nunca aconteceu e não há nenhuma prova desse ressentimento entre eles.
O caso de Phillip com a bailarina nunca aconteceu
A segunda temporada se apoiou bastante na infidelidade do príncipe em seu casamento com Elizabeth.
As aventuras extraconjugais do príncipe foram bastante controversas para a família e abriram uma brecha no casamento que foi relativamente consertada no final da história.
O catalisador para a revelação foi quando Elizabeth encontrou uma fotografia da dançarina de balé russa Galina Ulanova.
Mas qual foi o problema? Nada disso aconteceu na vida real.
Embora Ulanova fosse realmente uma bailarina profissional e haja inúmeros rumores das traições de Phillip, ele nunca teve nenhum caso com ela, pois os dois nunca nem se encontraram.

Phillip não teria se importado de se ajoelhar
Logo no início, perto de sua coroação, Elizabeth e Phillip lutaram para manter seu relacionamento equilibrado com a nova situação de poder, já que a mulher era a maior autoridade do país.
Na série, Phillip era o típico homem tradicional e teve dificuldades para mostrar reverência e submissão à sua nova rainha. Mesmo o simples ato de se curvar a ela se mostrou um grande obstáculo para ele transpor.
Na realidade, porém, Phillip provavelmente não teria expressado qualquer problema a esse respeito. O príncipe foi treinado nos costumes reais desde o nascimento, entendendo os meandros da etiqueta real.
Ele sabia que curvar-se para a rainha era um protocolo que não deveria ser desrespeitado, não importando se ele era seu marido ou não.
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